50 brincadeiras que não exigem brinquedos!

1 – Carrinho de mão

Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: 2
Enquanto a criança coloca as mãos no chão, com os braços estendidos, o adulto (ou outra criança) levanta suas pernas e empurra, como se fosse um carrinho de mão.

2 – Cinco Marias
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Pegue cinco saquinhos de tecido e encha-os com areia ou arroz. Jogue as cinco marias no chão. Escolha uma, jogue para cima e pegue outra do chão, a tempo de pegar a primeira antes de cair. Na próxima rodada, jogue um saquinho para cima enquanto pega dois no chão e volta a recolher a primeira antes de cair. E assim sucessivamente.

3 – Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

4 – Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.

Os riscos de uma gravidez com DIU

5 – Boliche
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Faça os pinos com garrafas pet, cheias até a metade. Depois, com uma bola, o jogador deve tentar derrubá-las. Em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.

6 – Morto-vivo
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes:a partir de 4
Coloque as crianças em uma fila. Uma delas (que precisa estar fora da fila) ou você mesmo, fica de frente. Quando disser “morto”, elas devem se abaixar. E quando for “vivo”, elas precisam estar de pé. O condutor deve ir alternando as palavras e a velocidade. Quem errar, está fora da brincadeira.

7 – Bolhas de sabão
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Misture duas colheres de sopa de detergente em um copo de água. Mexa bem e com um canudinho assopre. Quanto mais devagar a criança assoprar, maior ficará o bolha.

8 – Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.

9 – Estátua
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 3
Uma das crianças é escolhida como o chefe e as outras devem estar posicionadas de frente para ele. O chefe designa qual será a estátua. Pode ser de cachorro, passarinho, gato, cobra… Então, quem está no comando escolhe a estátua mais bonita, mais feia ou mais engraçada. Pode-se também colocar uma música para tocar e quando o chefe aperta o stop, todos param! O chefe vai a cada jogador e os provoca. Quem se mexer, perde!

10 – Balão fujão
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Trace uma linha de partida e uma de chegada. Cada jogador segura uma bexiga e um pedaço grande de papelão. Ao seu sinal, cada criança coloca sua bexiga no chão e a abana com o papelão, na direção da linha de chegada, e a traz de volta da mesma forma. O primeiro que terminar o percurso, ganha a corrida.

11 – Pular corda
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 1 a 5
Duas crianças seguram a corda, uma em cada ponta, e fazem com que ela gire. Os outros participantes precisam pular a corda, que está em movimento. Isso pode ser feito com batidas lentas ou muito rápidas. Sai do jogo quem tropeça na corda. Também dá para pular em grupo, entrando um de cada vez ou todos juntos. Se a criança estiver sozinha, ela pode girar a corda com as duas mãos e pular!

12 – Casa de cartas
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
As crianças devem juntar duas cartas e equilibrá-las de modo a criar um formato piramidal. Ao fazer vários “triângulos” dessa forma, é possível colocar uma carta na horizontal acima de dois triângulos e, assim, formar a base para o segundo andar. A ideia é formar um castelo, tomando muito cuidado para não derrubar tudo.

13 – Corrente infinita
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 4
Conforme o pegador capturar os outros jogadores, eles vão dando as mãos e formando uma corrente em que apenas as pontas podem pegar.

14 – Não me faça rir
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma criança tenta fazer a outra rir, enquanto ela tenta desesperadamente segurar a risada. Quem rir primeiro, perde.

15 – Troca-letra
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: 4 a 8
Uma das crianças propõe uma palavra de quatro letras. O primeiro jogador deve, formar uma palavra nova a partir daquela, mudando apenas uma letra, e assim sucessivamente. Exemplo: lata – pata – mata – mala – tala. Quem não bolar uma palavra em 30 segundos, ou repetir uma que já foi, é eliminado.

16 – Futebol de botão
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Este jogo tem as regras similares ao futebol de campo, mas é possível criar suas próprias regras a cada partida. Com botões ou tampinhas de garrafas, é preciso chegar ao objetivo, o gol.
Falando em futebol, veja aqui uma superdica para curtir futebol com a família!

17 – Quem sou eu?
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 3
Os jogadores devem ficar numa roda, e cada um escolhe o nome de uma celebridade, personagem de filme ou desenho, ou mesmo do convívio delas, escreve num papel e gruda na testa do participante da direita, sem que ele veja. Cada criança faz perguntas para os outros jogadores sobre o que ela é. Por exemplo: eu sou uma mulher? E os jogadores só podem responder sim ou não. A criança então tem uma chance de dar um palpite. Ganha quem acertar primeiro.

18 – Desfazendo o nó
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos participantes se afasta dos demais. Enquanto isso, o grupo faz uma roda, de mãos dadas. Depois, devem se enlaçar, sem largarem as mãos, com acrobacia, passando por baixo ou por cima das pernas e braços, de modo a formar um nó. O escolhido volta e tem de desfazer o nó até que as crianças voltem à posição original em roda, sem soltar as mãos.

19 – Dança das cadeiras
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Separe algumas cadeiras, de acordo com o número de pessoas, menos um. Em uma fila indiana, os participantes devem circular pelas cadeiras, com as mãos para trás e ao som de uma música. Quando a música parar, elas devem se sentar na cadeira mais próxima. Quem ficou de pé é eliminado e uma cadeira deve ser retirada. Vence quem sentar na única cadeira que restar.

20 – Pipa
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Segurando a linha da pipa (atenção: brinque em uma região distante de fios de eletricidade), a criança deve ir soltando-a de acordo com a distância que se pretende alcançar e conforme a velocidade e direção contrária ao vento.

21 – Detetive
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Para essa brincadeira, você vai precisar escrever num papel a inicial A (de assassino), em outro D (de detetive) e os outros com o V (de vítima) – some todos os participantes e subtraia dois para saber quantas vítimas o jogo terá. Misture e deixe cada criança pegar um papel sem saber o que é. O assassino precisa “matar” o maior número de vítimas e, para isso, ele deve piscar discretamente para as pessoas. Quando as vítimas forem atingidas, elas devem dizer “morri” e abaixar a cabeça. Caso o detetive perceba as piscadas, ele deve dizer ao assassino: “Preso em nome da lei”.

22 – Corre-cutia
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 4
Os participantes devem sentar em uma roda e um participante fica de pé, com um lenço na mão. Enquanto todos cantam a canção “Corre cutia na casa da tia”, o participante dá voltas por trás dos que estão sentados. No fim da música, ele coloca o lencinho atrás de alguém, que deve sair correndo atrás do primeiro. Ou o pegador pega o fugitivo ou o fugitivo se senta no lugar dele, o que vai transformar o pegador no próximo a dar voltas com o lencinho.

23 – Pega-varetas
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 2 a 6
Pegue várias varetas coloridas e uma preta. Jogue-as em uma mesa, de uma só vez. Cada jogador precisa retirar as varetas, uma de cada vez, sem que as outras se movam. Se elas se mexerem, o participante passa a vez. Em geral, cada cor tem uma pontuação. Quando acabarem as varetas, ganha quem alcançar a maior pontuação.

24 – Casinha
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço e com diversos tipos de brinquedos, como bonecas e bichos de pano. As crianças representam os papéis sociais e podem invertê-los, por exemplo, cada hora uma é mãe e a outra a filha.

25 – Código secreto
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
Aqui, a imaginação é o único material necessário. A ideia é que as crianças criem uma nova língua, como a do p, em que se coloca a letra p na frente de cada sílaba da palavra.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

26 – O objeto oculto
Idade: de 8 a 10 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Uma das crianças escolhe um objeto que está à vista no ambiente, diz a cor dele e espera que os outros jogadores o encontrem. Ela também pode dar outras dicas. O primeiro que achar o objeto escolherá o próximo, na próxima rodada.

27 – Upa, upa, cavalinho
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente-se numa cadeira. Cruze as pernas e sente a criança em cima de seus tornozelos. Segure suas mãos enquanto move suas pernas para cima e para baixo, cantando “upa, upa, cavalinho”.

28 – Os cinco pulos
Idade: de 6 a 7 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Os participantes devem se colocar lado a lado numa linha imaginária. Dado o sinal, todas dão cinco pulos para a frente. Ganha quem parar mais longe.

29 – Repórter por um dia
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
A criança que será a “entrevistadora” pega um gravador, ou mesmo uma escova de cabelo, para fingir que é o microfone. Se tiver mais de uma criança, sugira que uma seja a repórter da bancada e a outra a repórter da rua. As crianças podem separar assuntos antes da brincadeira para debatê-los.

30 – Dicionário
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Pegue um dicionário, abra numa página qualquer e leia em voz alta para as crianças a definição de uma palavra aleatória. O primeiro jogador que adivinhar a palavra marca um ponto. O vencedor será o primeiro que marcar 10 pontos.

31 – Batata quente
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Com uma bola em mãos, as crianças devem estar dispostas em um círculo. Elas podem estar de pé ou sentadas, tanto faz. Uma delas deve estar fora da roda e com os olhos tampados. Ela deve cantar “Batata quente, quente, quente, quente…” em diferentes velocidades para que as outras passem a bola. Quando ela disser “queimou”, quem estiver com a bola em mãos é eliminado.

32 – Desenho maluco
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 3 a 4
Dê uma folha em branco para cada participante. No alto da folha, cada um deve desenhar uma cabeça. Depois, dobram-se os papéis para esconder o que foi feito. Trocam-se as folhas e, então, cada um desenha o corpo. Repita as instruções, até que cada criança desenhe uma parte do corpo, sem ver a anterior. No fim, abra os papéis e veja os desenhos que se formaram.

33 – Desenhando nas costas
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma das crianças escolhe “desenho” ou “palavra” e então com o dedo indicador faz uma representação nas costas de outra criança. O jogador que está tendo as costas desenhadas tem três chances de acertar. O desenhista pode dar dicas também.

34 – Stop
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Cada participante pega uma folha sulfite e divide em 5 colunas denominadas: nome, cidade, país, animal e vegetal. A cada rodada, um participante escolhe uma letra. Quem preencher primeiro todos os campos, com uma palavra para cada coluna, começando com a letra determinada, deve dizer Stop e todos os outros param de escrever. A cada resposta igual, os participantes levam 5 pontos. Se forem diferentes, 10 pontos. E se os outros não tiverem colocado nada, 15 pontos.

35 – Montar nos ombros
Idade: de 9 a 12 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e uma criança)
Ajeite o bebê sobre os ombros de forma que a pernas pendam ao redor de seu pescoço, apontando para a frente. Segure-o pelas mãos enquanto anda por aí. Varie os movimentos: pule num pé só, marche, gire…

Seu filho pode ajudar em casa!

36 – Passa anel
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos jogadores será o passador do anel. Com o objeto entre as palmas da mão, a criança deve passar suas mãos entre as dos participantes, que devem estar posicionados lado a lado ou em círculo. O passador deve fazer isso quantas vezes quiser, mas em uma delas deve deixar o anel. Quando acabar, ele pergunta a outro jogador com quem ficou o objeto. Se a pessoa acertar, os papéis são invertidos. Se não, tudo continua igual.

37 – Pular elástico
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 3
Separe por volta de 2 metros de elástico de roupa e dê um nó unindo as pontas. Duas crianças devem ficar de pé, frente a frente, com o elástico em volta dos tornozelos, formando visualmente um retângulo. Uma terceira criança tem de fazer uma sequência de saltos, começando de um lado do retângulo, indo para o outro, e pisando sobre o elástico. Depois do término de cada sequência, a altura do elástico vai aumentando gradativamente.

38 – Jogo dos pontinhos
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Em um papel sulfite, coloque vários pontinhos, cada quatro formando um quadrado. O jogador deve ligar dois pontos em cada jogada, formando retas. Quem fechar um quadradinho, deve colocar a sua letra inicial dentro dele. O jogo termina quando todos os quadrados estiverem fechados e ganha quem tiver o maior número de letras.

39 –  Escolinha
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
A clássica brincadeira em que uma criança é a professora e as outras ficam sentadas copiando da lousa, pode ser reinventada e tornar-se mais dinâmica. O “professor” faz uma lista de perguntas. Os outros jogadores ficam no degrau de uma escada. A cada resposta certa, o jogador sobe um degrau.

40 – Pula-rio
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Estique duas cordas no chão, paralelamente, com intervalo de 50 centímetros entre elas. Esse espaço representará o rio. Os participantes devem fazer uma fila de um lado do rio, e um por vez, saltarem para o outro lado. A cada rodada, aumente a largura do rio. São eliminadas as crianças que “caírem na água”. O que sobrar, vence.

41 – Bola na moeda
Idade: de 7 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Dois jogadores se posicionam frente a frente, de pé. No chão, no meio dos dois, coloca-se uma moeda. As crianças jogam a bola uma para a outra, quicando no chão para tentar acertar a moeda.

42 – Pescaria de clipes
Idade: de 5 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Esvazie uma caixa de clipes em uma tigela grande. Entregue a cada criança um cabide de arame cuja ponta tenha a forma de gancho. Os participantes devem pescar os clipes com o gancho. O jogador que tiver pescado mais é o vencedor.

43 – Achou!
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente o bebê no chão ou numa cadeira de frente para você. Pegue uma toalha e cubra o rosto com ela. Tire a toalha e mostre o seu rosto enquanto diz “achou”. Experimente também colocar a toalha na cabeça do bebê e tirá-la.

44 – Cabo de guerra
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 4 a 10
Divida as crianças em dois times. Cada um ficará de um lado do campo e segurando um lado da corda. Ao sinal, cada time puxa para o seu lado, com toda força. Ganha a equipe que ficar por pelo menos um minuto com a maior parte da corda.

45 – A letra mágica
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Todos os participantes escolhem uma letra do alfabeto. Na sua vez, a criança recita uma frase em que todas as palavras comecem pela letra escolhida. Quem se enganar, ou não falar nada, é eliminado. A frase mais engraçada ou inteligente marca um ponto. O vencedor é quem obtiver mais pontos.

46 – Corrida de três pernas
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 12 a 40
As crianças devem se dividir em dois times, e dentro dos times em pares, em que um amarra sua perna direita à perna esquerda do outro. A um sinal, os primeiros têm que correr, cruzar a linha de chegada, voltar e tocar a próxima dupla, e assim por diante.

47 – Corrida de canguru
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 8
Os jogadores se dividem em duas equipes e formam filas indianas. Dado o sinal da largada, a criança do início da fila coloca uma bola entre os joelhos e avança aos saltos até a linha de chegada; depois retorna e entrega a bola ao participante seguinte. O time vencedor será aquele em que todos os jogadores completarem o percurso primeiro.

48 – Tudo o que o seu mestre mandar…
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Um participante deve ser nomeado o mestre, que fica em frente aos demais, e ordena que imitem os seus gestos, dizendo: “O mestre mandou…”. Porém, as crianças só devem imitar se o mestre disser essa frase antes de indicar o gesto. O jogador que imitar sem ouvir “o mestre mandou”, é eliminado.

49 – Costas com costas
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 9
Uma das crianças é escolhida como perseguidor. As demais devem se dividir em duplas, e ficar um de costas para o outro e com os braços enganchados. A um sinal do perseguidor, todas as duplas se desfazem e devem procurar novos parceiros. O jogador que sobrar é o novo perseguidor.

50 – Caçada ao tesouro
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Deixe uma prenda escondida em algum lugar do ambiente. Em locais diferentes, coloque papéis que contenham as pistas que levarão ao tesouro. A primeira deve levar os participantes à segunda e assim sucessivamente até chegar na última, que será o prêmio. Esse jogo pode ser individual ou em equipe.

Os riscos de uma gravidez com DIU

Os riscos de uma gravidez com DIU

As chances de engravidar com DIU  são pequenas. Entre todos os métodos de contracepção, é o que apresenta menor taxa de falha, algo em torno de 0,2% ao ano. Mas ainda assim, muitas mulheres relatam engravidar com DIU. Os riscos e cuidados de uma gravidez com DIU são muitos é sobre eles que falaremos a seguir.

Há várias opções que podem ser utilizadas a fim de evitar uma gravidez. Um dos métodos mais eficazes é o dispositivo intra-uterino ou DIU.

Antes de optar pelo uso do DIU você deve considerar os riscos de engravidar, mesmo fazendo uso do método a algum tempo. As complicações que podem surgir ao engravidar com  DIU não devem ser ignoradas.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Como identificar a gravidez com DIU

Os sintomas de uma gravidez com DIU são semelhantes a qualquer outra gestação e incluem:

  • Náuseas frequentes, especialmente após acordar;
  • Aumento da sensibilidade nas mamas;
  • Surgimento de cólicas e inchaço da barriga;
  • Aumento da vontade para urinar;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações de humor repentinas.

No entanto, o atraso de mesnturação, que é um dos sinais mais clássicos, só acontece nos casos do DIU de cobre, pois no DIU que libera hormônios a mulher não tem a menstruação e, por isso, não existe atraso na menstruação.

Em alguns casos, porém, a mulher que tem um DIU hormonal, como Mirena ou Jaydess, pode ter um corrimento rosado, que pode ser um dos primeiros sinais de gravidez.

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

É possível engravidar com DIU

Embora as chances sejam pequenas, ainda assim elas existem. O risco aumenta quando o dispositivo se encontra fora de lugar.

Para diminuir as chances de falha do DIU, o recomendado é que de 30 a 60 dias após sua colocação, seja feito um ultrassom a fim de verificar sua posição. No prazo de 6 meses um novo ultrassom deve ser feito para verificar se o DIU não se moveu de forma a permitir uma gravidez. A partir daí as consultas preventivas são anuais. O DIU de Cobre tem uma vida útil de até 10 anos, já o DIU Hormonal ou DIU Medicado de até 5 anos.

Quem não deve usar DIU

O DIU não é recomendado para mulheres que já tiveram doenças sexualmente transmissíveis com certa frequência, pois o risco de infecção aumenta consideravelmente, e também para mulheres que já apresentaram infecção tubária ( nas trompas).

O DIU de cobre não deve ser colocado por mulheres que utilizem medicação anticoagulante ou que apresentem histórico importante de hemorragia.

Mulheres com miomas devem ser alertadas sobre as chances aumentadas do DIU ser expulso do ambiente uterino.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

Aborto ao engravidar com DIU

O risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito quando você engravida com um DIU, e mesmo depois que você retira o dispositivo, os riscos de que um aborto aconteça continuam altos.  Para começar, as chances de um aborto espontâneo com DIU são elevadas, além de hemorragia e descolamento de placenta. Nascimentos prematuros  também ocorrem com frequência em gestações com DIU. Algumas dessas complicações podem estar relacionadas com infecções uterinas. Infecções uterinas  são mais frequentes em mulheres que utilizam DIU.

Outro risco a ser considerado é a gravidez tubária ou gravidez ectópica. Esta é uma complicação grave. Os resultados da gravidez são geralmente adversos, grande parte das mulheres que engravidam com DIU não apresentam qualquer dificuldade ou problema, mas são riscos importantes que devem ser considerados.

A gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fica alojado nas trompas de falópio ao invés de ficar no útero,  e por isso esse tipo de gravidez é também chamada de tubária.

Mulheres que engravidaram com DIU tem um maior risco de ter este tipo de gravidez, que pode inclusive levar à morte

É importante que um médico monitore de perto uma gravidez que ocorreu com DIU, mesmo depois da retirada, para que diminua ao máximo o risco de um aborto.

Seu filho pode ajudar em casa!

Parto prematuro em mulheres que engravidaram com DIU

Existe também o risco de que seu bebê nasça prematuro caso tenha engravidado com DIU, pois existe um maior risco de que a bolsa amniótica se rompa, e o bebê pode vir ao mundo já a partir dos 5 meses de gestação.

Um estudo recente foi realizado entre as mulheres que utilizavam DIU ao engravidar e descobriu-se que 56% dessas mulheres tiveram partos prematuros.  Já 16% dessas mesmas mulheres, sofreram aborto espontâneo após o primeiro trimestre. A incidência de isso acontecer em gestações normais é de apenas 1%.

E os números não param por aí, 5% das gravidezes com  DIU eram ectópicas, o que significa que o bebê foi implantado fora do útero, normalmente nas trompas. O estudo também mostrou que o percentual de abortos apresentou-se menor quando o DIU foi removido imediatamente após a gravidez ser confirmada. Assim, se você descobrir que está grávida, apesar de ter um DIU, o ideal é consultar seu médico o quanto antes para avaliar se é possível realizar a retirada do dispositivo.

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Remoção do DIU durante gravidez

Sim, é possível a remoção do DIU assim que você perceber que está grávida, lembrando que os sintomas da gravidez com o dispositivo intrauterino são os mesmos que a gravidez comum.

A remoção do DIU é simples se feita nas primeiras semanas de gestação. Recomenda-se que a retirada seja feita o quanto antes para impedir que o DIU consiga se aderir ainda mais ao útero ou mesmo que se perca dentro do ambiente uterino, impossibilitando assim sua retirada e aumentando as chances de complicações. Quanto mais tempo de gestação , maior é o risco de aborto em decorrência do procedimento de retirada o DIU. O recomendável é que a remoção seja realizada com até 12 semanas de gestação, pois, após isso, o risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito.

Consulte um médico para saber se é possível fazer a extração do DIU, pois dependendo do posicionamento dele pode haver dificuldade para remover.

O DIU é, portanto, um excelente método contraceptivo, com quase 100% de eficácia, mas existem casos de gravidez mesmo utilizando ele, então é preciso ter cuidado.

Não deixe de consultar seu médico caso esteja desconfiada de uma possível gravidez, pois ele será a melhor pessoa para te orientar neste momento.

Fonte: maeaflordapele.com, gestacaobebe.com.br, tuasaude.com

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

Eu fui uma pessoa muito abençoada, pois tive duas avós e um avô por toda a minha infância, tive amor, carinho e muitos cuidados . Meus avos maternos já faleceram, mas muito contribuíram.

Ter avós é uma benção e uma dádiva muito grande, acredito que o benefício seja mútuo e recíproco. Avós que cuidam dos netos tem uma vida mais saudável e netos que cuidam dos seus avós também se tornam pessoas melhores. Aprendem a amar, cuidar, dividir, ouvir, entender e compreender. Normalmente avós que cuidam também recebem cuidados. Mas vamos combinar, é gratificante cuidar de quem amamos, não estou dizendo que é fácil, mas amor gera amor. É cíclico!

Seu filho pode ajudar em casa! Veja como isso é possível.

Agora a minha avó paterna, esta bateu o record. Ajudou a cuidar de todos os netos que ela teve, cuidou de bisnetos e ainda está aí pra contar história. Com tanta disposição e energia que comemorou o aniversário de 76 anos com um noivado! E já está indo para o seu 7º casamento. De acordo com pesquisas recentes isso pode estar contribuindo para aumentar a expectativa de vida.

Esta é a minha avó, ao lado dos netos, em seu sexto casamento!

Segue uma matéria da SuperInteressante que descreve o estudo realizado.

Participar da vida dos netos leva a um risco de mortalidade 37% menor – e mesmo quem não tem filhos pode viver um pouco mais cuidando dos outros

Os pesquisadores analisaram a vida de 500 pessoas, entre 70 e 103 anos de idade, que foram acompanhadas pelo Estudo de Envelhecimento de Berlin ao longe de 19 anos.A pesquisa analisou, em primeiro lugar, qual era a diferença na taxa de mortalidade entre os avós que ajudavam a cuidar dos netos, participando da educação deles, e dos avós que não tinham netos ou não conviviam com eles.(O estudo não considerou avós que têm a custódia das crianças e são os principais responsáveis por elas – a ideia era focar na figura dos avós como figuras de suporte das pais das crianças.)Os resultados mostraram que conviver com netos e cuidar deles reduzia em 37% o risco de mortalidade. Metade do grupo dos avós presentes viveu por dez anos depois do início da pesquisa. No grupo oposto, 50% deles só chegou a sobreviver mais 5 anos.Entre os idosos que não tinham netos, os cientistas fizeram uma segunda análise. Dessa vez, dividiram os velhinhos entre aqueles que ajudavam os filhos – seja com suporte emocional, seja nas tarefas de casa – e aqueles que não tinham esse hábito (ou não tinham filhos). Novamente, viram uma média de sobrevida 5 anos maior do que entre os idosos que não mantinham esse laço.Mas se a pessoa não tem filhos ou netos, está destinada a morrer mais cedo? Os pesquisadores não acham que é bem assim. Na terceira etapa do estudo, se dedicaram exclusivamente a esse grupo de idosos – e perceberam que muitos deles se propunham a ajudar e apoiar amigos e vizinhos, criando um outro tipo de comunidade.Nesse caso, a sobrevida média foi de sete anos, em contraste com 4 anos entre os idosos que não mantinham essa relação colaborativa com os filhos.Os pesquisadores acreditam que conviver com a família – e ter responsabilidades dentro dela – ajuda os idosos física e psicologicamente, mas a teoria vai muito além disso.Eles também acham que o estudo sustenta uma teoria evolutiva chamada Hipótese da Vovó.

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Essa teoria tenta explicar porque os seres humanos vivem tanto tempo depois da sua fase fértil acabar. Isso não é muito comum na natureza porque, evolutivamente falando, nossa função é a reprodução e a manutenção da espécie.

Os avós que ajudam a cuidar dos filhos mudam esse paradigma: uma mãe menos ocupada com um bebê pode voltar a “curtir” – e se reproduzir – mais rápido e gerando uma prole ainda maior.

A hipótese da vovó dá sentido evolutivo às senhorinhas que tanto amamos e, de quebra, ajuda a explicar porque os seres humanos são monogâmicos.

Por Ana Carolina Leonardi, da Superinteressante

Estes são os meus avós maternos, que nos deram amor e carinho enquanto vida tiveram.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Quando comecei a pesquisar sobre a maternidade achei este tópico bem interessante: conhecer os sinais do bebe para saber em que momento ele faz as suas necessidades. E fiquei pensando nos bebes que já passaram pelo meu caminho: em sua grande maioria, a mãe sabe quando o filho está querendo fazer xixi ou coco. É comum ouvir: tá com cara de quem vai fazer coco. Sendo assim, comecei a imaginar o quão desconfortável deve ser fazer coco em uma fralda, aquela coisa saindo e espalhando no seu bumbum, fazer xixi e ficar úmido ou até mesmo molhado, dependendo da qualidade da fralda. É achei bem higiênico este método.

Abaixo tem uma reportagem extraída do site R7 que explica o funcionamento do método.

“A quantidade de fraldas descartáveis que o bebê vai usar é uma das preocupações dos pais na hora do enxoval. Mas, para algumas famílias, esta passa longe de ser uma questão no momento da chegada do novo membro. Adeptas da higiene natural, elas optam por deixar os bebês à vontade e sem a fralda, e levá-los ao banheiro quando necessário.

Pode parecer estranho, mas não se trata de ensinar um recém-nascido a reconhecer e controlar a vontade de fazer xixi e cocô. O sucesso da higiene natural depende inteiramente da percepção e do empenho dos cuidadores do bebê.

Fernanda Paz é consultora do método e o utilizou com a filha, Serena. Para que desse certo, ela aprendeu a observar os sinais de evacuação do bebê.

— Estes sinais são únicos. Cada bebê tem o seu e conforme a família vai praticando o método, eles vão desenvolvendo a própria maneira de se comunicar. Mas é claro que existem os sinais universais, como a velha carinha de cocô e a forcinha.

De acordo com Fernanda, a questão é simples, pois o bebê dá mesmo esses indícios de que quer fazer algo. Ao perceber que ele está prestes a fazer xixi ou cocô, os cuidadores devem segurá-lo no colo e posicionar sobre o vaso sanitário, penico ou qualquer recipiente apropriado. Em seguida, basta limpar a criança e vesti-la novamente.

A consultora afirma que o assunto ainda é tabu entre muita gente, mas que cada vez mais famílias adotam o método.

— As vantagens são, além da economia para os pais, que passam a gastar muito menos com fraldas, mais bem estar para o bebê, que não é obrigado a evacuar em si mesmo, nem a ficar em contato com as próprias fezes e urina. Isso evita assaduras, dermatites, alergias e fungos.

Fernanda ressalta também a responsabilidade ambiental dos pais, já que a fralda descartável leva pelo menos quatro séculos para se decompor na natureza, enquanto a de pano gasta muitos litros de água para ficar limpa. Além disso, a consultora afirma que o método ajuda a regular o intestino do bebê.

A empresária Ana Paula Delgado adotou a higiene natural com a filha, Cristal, pouco depois do nascimento dela. Quando Cristal era recém-nascida, a mãe não sentiu segurança para colocá-la próxima ao vaso sanitário para fazer as necessidades por ser ainda muito pequena, mas quando a bebê tinha aproximadamente três meses, Ana Paula começou a tentar.

— Eu coloquei esse objetivo para mim como algo muito natural, achava que não poderia ser um motivo de preocupação ou de estresse, tinha que ser legal. E eu simplesmente me permiti. Então o processo de adaptação foi normal, foi natural, eu não forçava situações, eu sentia os meus limites.

Ela evitou começar a higiene natural no inverno para não deixar a filha sem calça no frio, e não tirou as fraldas da bebê de uma hora para a outra. O processo aconteceu de maneira gradativa, e quando Ana sentia que havia o risco de perder os sinais de xixi e cocô da filha, como em um passeio na rua ou recebendo visitas em casa, colocava fralda de pano. Nos momentos em que estava muito cansada ou cheia de preocupações, também preferia deixar Cristal de fralda a ter mais esse assunto para cuidar.”

Por: Nathalia Ilovatte, do R7

 Entenda o método

Para que possamos entender melhor as vantagens e limitações da prática, vamos fazer algumas considerações a respeito dessa abordagem.

O mais importante é aprender a observar o bebê, pelo menos meia hora por dia, deixando-o sem roupa, deitado sobre uma toalha, enquanto tenta captar sinais que ele pode transmitir antes de fazer xixi ou coco. Esses sinais podem ser: mudar de estar calmo a agitado (quando nos braços), ficar quieto e com olhar fixo ou soltar pum (quando quer fazer cocô), fazer uma careta, respirar mais fundo ou bocejar, estremecer, se contorcer, empurrar com as pernas, espernear.

Após essa fase que é só de observação, a qualquer momento que você identificar uma eliminação, faça um “som chave” (psssss, shhhhh, brrrr) ou diga xixi, para que, com o tempo, ele associe o som ao ato e que consiga relaxar quando for levado ao penico.

Uma forma para ter sucesso é aproveitar logo que o bebê acordar, tirar as fraldas dele e colocá-lo no pinico ou no balde (equipamentos recomendados), fazendo o “som chave”. Ou então, logo após a mamada, retirar a fralda e segurar o bebê sobre o pinico ou balde para uma evacuação.

E ai? O que vocês acharam do método? Usam ou pensam em usar nos bebes de vocês? Aqui tem um troninho lindo para os pequenos

 

Seu filho pode ajudar em casa!

A Tabela Montessori: tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Por soescola

Nesta postagem trago para vocês a Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

A seguir, deixamos 15 dos princípios enunciados por Maria Montessori.

  1. Lembre-se sempre de que a criança aprende com o que está ao seu redor. Seja seu melhor modelo.
  2. Se você critica muito o seu filho, a primeira coisa que ele aprende é julgar.
  3. Por outro lado, se você o elogia regularmente, ele vai aprender a valorizar.
  4. O que acontece se você mostrar a sua hostilidade à uma criança? Ela vai aprender a brigar.
  5. Se for ridicularizada com frequência, a criança se tornará uma pessoa tímida.
  6. Ajude seu filho a crescer se sentindo seguro em todos os momentos, e ele aprenderá a confiar.
  7. Se você menospreza o seu filho frequentemente, um sentimento muito negativo de culpa irá se desenvolver nele.
  8. Faça seu filho ver que as ideias e opiniões dele são sempre aceitas, assim, ele se sentirá bem consigo mesmo.
  9. Se a criança vive em uma atmosfera onde se sente cuidada, integrada, amada e necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.
  10. Não fale mal de seu filho nem quando ele está perto e nem quando está longe.
  11. Concentre-se no fato de que seu filho está crescendo e se desenvolvendo da melhor forma possível. Valorize sempre o lado bom da criança, para que nunca haja espaço para o mal.
  12. Sempre ouça ao seu filho e responda quando ele se aproximar de você com uma pergunta ou um comentário.
  13. Respeite seu filho, mesmo que ele tenha cometido um erro. Apoie-o e corrija-o, agora ou talvez um pouco mais tarde.
  14. Você deve estar disposto a ajudar seu filho se ele estiver a procura de algo, mas também deve estar disposto a deixá-lo encontrar as coisas sozinho.
  15. Quando falar com o seu filho, faça-o sempre da melhor maneira. Ofereça a ele o melhor que há em você.

A Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Todos nós queremos que os nossos filhos se tornem adultos responsáveis e educados. No entanto, a maioria dos pais passa o dia a limpar a bagunça de suas crianças. Se elas não forem ensinadas desde muito cedo a ajudar nas tarefas, dificilmente o farão quando crescerem.

Ainda hoje muitos pais seguem as ideias de Maria Montessori  para educar com sucesso as crianças usando a lógica, o bom senso e a calma. Assim, os filhos conseguem desenvolver uma personalidade harmoniosa e equilibrada.

Para conseguir isso, a escola Montessori criou uma tabela de tarefas de acordo com a idade de cada criança.

A maioria são afazeres domésticos. O cumprimento destas tarefas irá ajudar os mais pequenos a desenvolver o seu pragmatismo, habilidades motoras e experiência sensorial, fazendo-os sentir úteis e importantes:

A Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Esta tabela foi retirada do Blog da Diirce

Como sempre acontece na educação, existem partidários fiéis e detratores da pedagogia de Maria Montessori. Muitos afirmam que a educação, como está estruturada hoje, não vê como viável a metodologia da famosa educadora italiana do século XIX e início do século XX. Para ela, a escola não é apenas um espaço para um professor transmitir conhecimentos de forma direta. Maria Montessori argumentou que a criança irá desenvolver suas próprias habilidades, de uma forma mais livre, a partir de materiais de ensino especializados.

As salas de aula teriam alunos de diferentes idades, onde as próprias crianças seriam livres para escolher o material com o qual querem trabalhar e expandir suas habilidades de forma mais independente. Eles próprios definiriam seus ritmos de aprendizagem de acordo com suas particularidades, envolvidos sempre em um contexto menos rígido, onde as lousas não seriam tão importantes e as crianças teriam a liberdade de movimento na sala de aula.

A perspectiva pedagógica de Maria Montessori teve um impacto global e renovou muitos métodos educativos realizados até então, a ponto de “chocar” os setores do ensino clássicos e mais conservadores.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Hoje, este método que enfatiza, acima de tudo, a liberdade de aprendizagem e a responsabilidade do próprio aluno no processo de aquisição de novos conteúdos, não é apreciado na maioria das instituições. Podemos encontrar este método em algumas escolas particulares onde são trabalhadas muitas dessas estratégias interessantes, mas a pedagogia de Montessori não é o pilar da nossa educação atual (pelo menos não no Brasil).

Agora, neste ponto, você pode se perguntar: Onde foi parar o papel das mães e dos pais na educação dos filhos? Era importante? Era e continua sendo vital. O apoio, a orientação e o cuidado dos pais são fundamentais para educar crianças felizes, adultos independentes e boas pessoas no futuro.

“QUANDO UMA CRIANÇA SE SENTE CONFIANTE, ELA DEIXA DE BUSCAR A APROVAÇÃO DOS ADULTOS A CADA PASSO”. MARIA MONTESSORI

Fonte: soescola.com

Ajustando o peso, benefícios da caminhada

Depois de ter decidido ser mãe, leia aqui, e ter inserido o método contraceptivo que mais se adaptou ao meu corpo, acompanhe aqui! 

Foi a vez de me preocupar com o meu corpo. Ao mudarmos de cidade, abrimos uma hamburgueria artesanal, o que me rendeu uns 10kg a mais. Eu estava um pouco incomodada com o excesso de peso, mas nada que me incomodasse tanto a ponto de querer mudar. As vezes dava uma controlada na alimentação, mas nada que fizesse uma diferença significativa na balança.

Uma das mudanças que acredito ter feito uma grande diferença foi a prática regular de caminhada ao ar livre. Procuro praticar diariamente, mas como nem sempre é possível, coloquei como meta mínima 3 vezes por semana.

Benefícios da caminhada: A caminhada possui diversos benefícios e varia de acordo com a saúde de cada um, mas dificilmente a caminhada não vai se adaptar a realidade de alguém. Pode ser feita em qualquer idade e em qualquer lugar, seja na rua, no parque, na praia, na academia, no bosque, em qualquer lugar que você se sinta segura. Vou citar algumas das vantagens da caminhada:

  • Redução do inchaço nas pernas e tornozelos;
  • Prevenção da obesidade, reduz colesterol e ajuda a perder peso;
  • Melhora da circulação sanguínea, reduzindo o risco de contrair doenças cardíacas, evita o surgimento de varizes;
  • Fortalecimento de todos os músculos do corpo, melhora resistência cardiorrespiratória;
  • Melhora da postura corporal;
  • Melhora da ansiedade, depressão, estresse e aumenta a sensação de bem estar;
  • Prevenção de complicações como infartos, diabetes e hipertensão;
  • Melhora a qualidade do sono.

A caminhada é um exercício leve que te tira da zona de conforto e do sedentarismo, mas é preciso ter alguns cuidados na hora de praticar o exercício:

  • Evitar os horário entre 10h00 e 15h00, normalmente este horário o sol está muito forte, e pode acabar sendo mais prejudicial do que benéfico;
  • Utilizar roupas leves, calçado confortável, filtro solar, óculos escuros e chapéu ou boné;
  • Beber água, 250ml a cada hora caminhada;
  • Fazer exercícios de alongamento antes e depois da caminhada, para evitar cãimbras e ativar a circulação.

Estes cuidados na caminhada ajudam a prevenir problemas de saúde, como lesões, desidratação, insolação ou queimaduras solares.

Para quem quer um treinamento mais intenso e focado e não gosta de academia, aqui tem um programa que pode te ajudar!

Conheça o método que fará você ficar em forma e emagrecer com saúde no conforto da sua casa.

Corpo D21 é um programa de emagrecimento prático e saudável, elaborado especialmente para quem não tem tempo para treinar. No curso online, as alunas têm acesso ao conteúdo das aulas e às dicas desenvolvidas pela fisioterapeuta Olívia Andriolo com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta por educadores físicos e nutricionistas. Com esse método, você irá definir seu corpo, recuperar a autoestima e melhorar a sua qualidade de vida

Quando tentamos algo sozinha e não conseguimos ver resultados, percebemos que é hora de procurar ajuda! Eu nunca fui fã de academia, já tentei frequentar algumas vezes, mas nunca fui por mais que 2 meses seguidos. Fiz algumas aulas de zumba, bicicleta, treinamento funcional, jump, mas nada que tenha realmente me prendido de forma prazerosa. Com este programa, você pode fazer os seus exercícios e atividades em casa, pode ajustar o seu horário e a sua rotina.

 

 

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

 

Antes de terminar a saga pra decidir se queria ou não ser mãe, acompanhe aqui: Quando eu quis ser mãe , eu resolvi usar o DIU de Mirena como método contraceptivo, porque evitar uma gestação não planejada faz parte do preparo para receber bem a concepção de um filho, e poder ter uma gestação tranquila. Mas por mais simples que pareça optar por este método, não foi uma coisa fácil!

Quando eu era adolescente, eu tinha sérios problemas com a bendita cólica, fluxo intenso e ovários policísticos. Então, desde cedo comecei a usar pílula anticoncepcional. Hoje acho um absurdo médicos que receitam pílulas a torto e a direita para pacientes jovens e adolescentes sem o menor critério! Imagina para uma garota com seus 14 anos vendo a possibilidade de tomar um comprimidinho por dia e não ter uma amostra do parto mensalmente? Topo na hora, até até dois se precisar…rs E tomei, por muitos anos! As vezes dava uma pausa por conta própria, mas no total foram aproximadamente uns 10 anos tomando. Como eu não tinha acesso a plano de saúde, ia no SUS e quando eu perguntava sobre outros métodos, sempre me falavam que a pilula era o melhor método pra mim. Quando eu comecei a pagar plano de saúde, a primeira coisa que fiz foi procurar um ginecologista pra poder discutir “dignamente” a saúde íntima. Hahahaha é, foi uma piada de péssimo gosto, eu achava que o tratamento seria diferente, mas não foi. Eu sempre achei que o DIU seria a solução dos meus problemas, não precisaria ficar tomando comprimidos diariamente, teria a possibilidade de parar de menstruar – sem menstruação = sem cólica – e poderia ficar tranquila por 5 anos!

Uma das coisas que me fizeram optar pelo uso do DIU, foi a sua duração, que pra mim seria o prazo pra eu ter uma decisão definitiva em relação a maternidade, pois, ou eu tentaria engravidar quando tirasse, ou colocaria outro e não teria filhos.

Só que nenhum dos médicos que eu consultei eram a favor do DIU. Um disse que o método era falho ( e qual não é?), outro que não colocava em nulípara (mulher que nunca teve filhos), outro que não colocava em consultório, outro que colocou medo ao invés de colocar o DIU…. E assim foi. Por fim resolvi ficar com uma ginecologista que não era a favor do DIU, mas pelo menos eu gostava do atendimento dela! Uns 5 anos depois eu mudei de cidade e mudei de médico, a primeira que eu consultei, não gostei muito do atendimento e ela já foi descartando a colocação do DIU. O segundo médico que consultei, quando eu falei do meu interesse pelo método, ele disse que esta seria a melhor escolha, que se ele fosse mulher, certamente ele teria um DIU! Então a partir dai já fomos logo para os exames de colocação.

Os motivos que me levaram a escolher o DIU foram:

  • Menstruação: em alguns casos o uso do DIU suspende por completo a menstruação ou pelo menos reduz o fluxo. No meu caso reduziu consideravelmente.
  • Cólica menstrual: eu tinha cólicas fortíssimas, de melhorar apenas com medicação intravenosa, hoje sinto uma colicazinha chata, que normalmente passa com uma medicação leve, mas eu até evito, não gosto muito de tomar remédios.
  • Método contraceptivo: afinal, é pra isso que ele serve né? Mas entre os outros métodos disponíveis, ele é um dos mais seguros. Nenhum método é 100%, mas este é o que eu acho mais confiável, menos de 1 em cada 100 mulheres engravida no uso habitual. Fiz uma pesquisa em alguns grupos que participo, e apenas duas engravidaram usando o DIU, e ambas engravidaram antes dos seis primeiros meses de uso, que é o período de adaptação.
  • Periodicidade: a durabilidade do Mirena é de 5 anos, ou seja, posso passar 5 anos sem me preocupar. Este foi um ponto muito importante pra mim, pois a pilula tinha que tomar diariamente, injeção uma vez por mês, ou a cada três meses, e eu não gosto de agulhas. O de cobre dura 10 anos, mas aumenta cólica e fluxo, não é regra, mas como eu sou sortuda certamente aumentaria!
  • Hormônios: tem uma baixa dose hormonal, são liberados no útero, com ação predominantemente local, garantindo a eficácia contraceptiva, e diminuindo o risco de uma trombose, não contém estrogênio;
  • Peso: geralmente não interfere no peso, depois que eu coloquei o DIU, fiz algumas mudanças alimentares que culminou na redução de peso, então não posso atribuir ao contraceptivo;
  • Gravidez: após a retirada, a fertilidade é restabelecida, sendo possível engravidar normalmente;
  • Custo – Benefício: no meu caso o plano de saúde cobriu a colocação e o produto, então financeiramente falando saiu super barato, pois quase não tenho mais gastos com absorventes, protetores diários, e remédios para cólica.
  • Saúde: o fato de tirar a pílula, acredito que tive um ganho de saúde, pois pelo menos um hormônio parou de circular na minha corrente sanguínea, e reduzi muito o uso de anti-inflamatórios;
  • Colocação: é colocado no útero pelo seu médico ginecologista em uma consulta de rotina e você volta para casa logo após o procedimento, senti uma dor absurda, mas foi uma dor rápida! Algumas mulheres precisam de anestesia local para a inserção, ainda bem que este não foi o meu caso. Senti uma dor forte, mas foi rápida. Tomei remédio pra dor antes e depois de colocar, cheguei em casa, dormi um pouco e acordei praticamente sem dor.

Não estou aqui recomendando método contraceptivo pra ninguém, estou relatando os motivos que me levaram a escolher este método. Cada mulher tem que conhecer o seu corpo e analisar as suas opções para fazer uma escolha bem feita. Converse com seu médico, procure mulheres que tiveram experiências boas e ruins com cada método, se informe. Informação é tudo! Tenha sempre em mente que cada método tem suas vantagens e desvantagens, cada você analisar todos os prós e contras e sempre conversar com o seu médico. Temos experiencia com um ou outro método, mas o médico estudou pra isso e tem o conhecimento técnico das ações dos anticoncepcionais no organismo.

Então, feliz e contente com a minha decisão de colocar o DIU, fiquei despreocupada com cólica, menstruação e gestação! Lembrando que se você quer ter mais certeza quanto ao método para não engravidar, o ideal é combinar dois métodos, camisinha + anticoncepcional. Ah, e DIU é apenas um método contraceptivo, não impede Doenças Sexualmente Transmissíveis, então esteja sempre atenta ao seu parceiro e de preferência opte pela camisinha em todas as relações sexuais – Este é o conselho de todos os ginecologistas e acho válido levar em consideração!

Depois do método contraceptivo inserido com sucesso, foi a vez de preparar o corpo para futuramente receber uma gestação. Aguarde o próximo post que estará disponível na próxima terça!

 

Quando eu voltei a querer ser mãe

Se você ainda não viu a primeira parte desse  artigo – veja aqui: Quando eu quis ser mãe 

Como nada na vida é pra sempre, a minha decisão de não querer filhos, também não foi! Depois de toda a certeza do mundo que a maternidade não faria mais parte da minha vida, veio a vida e me deu uma rasteira. Perdi minha doce e amada vó, virou uma estrelinha e foi cuidar de mim lá de cima. (Não, eu não acredito que ela virou uma estrela e nem que ela está lá em cima, mas é  uma forma doce e bonita que eu achei de tranquilizar a minha mente e o meu coração do sofrimento que sua ausência me causa).

E a morte não vem sozinha, ela trás à tona lembranças, e para mim foram muitas lembranças! Lembrei das as vezes que ficávamos sentadas conversando sobre a maternidade, dos planos que fazíamos juntas, que eu deixaria meus filhos com ela enquanto eu iria pra farra e ela dizia que cuidaria com todo amor e carinho, mas que se eles fossem atentados que ela iria dar umas boas chineladas! E ela ainda dizia, que se eu engravidasse ela sempre estaria ao meu lado. Como na época eu era solteira, as nossas hipóteses eram baseadas nisso. E quando a menstruação atrasava? O diálogo era mais ou menos assim:

  • Eu: Vó do céu, minha menstruação está atrasada. Será que eu estou grávida? Meu pai vai me matar.
  • Vó: Vixe….. Mas minha filha, você não se cuidou não?
  • Eu: Me cuidei vó, mas está atrasada.
  • Vó: Tem nada não, se vier a gente cuida. Eu fico com ele pra você ir pra farra.

E com tantas lembranças eu comecei a lembrar do quanto eu queria ser mãe. Eu não queria ter um filho pra minha vó cuidar, até porque ela tinha Alzheimer, mas com certeza eu queria tê-la por perto pra ver um filho meu crescer. E isso hoje, não será mais possível.

Acho que a passagem da minha vó funcionou como um gatilho pra eu retomar o desejo de ser mãe. Fiquei pensando na vida e na morte, em quem você tem ao seu lado e percebi que eu queria sim ter um filho. Eu nunca fui uma pessoa muito ambiciosa, então foi tranquilo chegar até aonde eu queria, e comecei a perceber que eu queria ser uma pessoa melhor, pra ter coisas boas pra ensinar, percebi que eu passei muito tempo aprendendo e vivendo pra deixar tudo isso morrer comigo, sem alguém pra ensinar, pra repassar o meu conhecimento o meu amor e as minhas lições de vida.

Por que eu quero ser mãe? Esta é uma pergunta que não tem resposta certa. Tem a minha resposta e a minha resposta é a certa pra mim. Quero poder gerar alguém, alimentar, cuidar, educar, ensinar, amar. Quero passar pela experiencia de ter alguém sendo gerado no meu ventre, parir, fornecer o alimento que vai sustentar, quero poder dar banho, amar, mimar, quero ensinar a falar, a contar, ler, escrever, ser uma pessoa boa,  ser independente, e repassar os ensinamentos e educação que me foram dados. Começo a achar muito egoísta da minha parte saber e sentir tudo isso e deixar acabar junto comigo.

Se hoje eu me imagino mãe? Hoje não. Ainda tenho algumas coisas pra fazer e lugares pra ir antes da maternidade. Ah, mas se eu for mãe agora vai me impedir de realizar estas coisas? Não. Mas quero aproveitá-las na plenitude, sem preocupações e podendo me dedicar integralmente a elas e à maternidade quando for a hora.

Resolvida a questão da maternidade na minha vida, eu tinha outro desafio, e que seria um enorme desafio. Meu marido não queria ser pai. Este foi um dilema muito árduo pra mim, porque eu sabia do desejo dele de não ser pai, então eu estava com um problema, porque como eu iria ter um filho sabendo que meu marido não queria?

Acho que esta é uma parte da minha vida que eu não sei narrar, não sei se tenho certeza de como as coisas aconteceram. Eu tinha uma amiga que estava grávida, e eu acompanhei de perto a sua gestação, fui visitá-la no hospital quando a filha nasceu, em casa, e algumas vezes fiquei cuidando dela em casa para minha amiga ir trabalhar. Pouco tempo depois, minha prima ficou grávida, e cada uma das duas que eu via, ou acompanhava, acho que meu marido me observava, e sei lá, eu devia ficar com cara de boba olhando as crianças, ou coisa assim, e ele me conhece, e como me conhece um gesto ou um olhar ele já sabe o que estou pensando ou querendo, e acredito que neste momento ele começou a perceber que o desejo de ser mãe estava se tornando mais intenso.

E teve um dia que eu criei coragem e conversei com ele. No fundo eu achava injusto da minha parte querer isso dele, porque eu casei sabendo que ele não queria ser pai, embora eu sempre tivesse achado que ele seria um ótimo pai, se fosse pai um dia. Mas a vida é assim , não dá pra planejar tudo e nem ter certeza de todas as coisas que estão ao nosso redor, mudar faz parte da vida! E em um casamento as coisas precisam ser conversadas, e como eu havia mudado de ideia em relação a maternidade, eu precisava conversar com ele, pelo menos deixá-lo ciente de que eu havia mudado de ideia. E esta decisão seria dele, de termos ou não um filho. E quando conversamos, ele me disse que tinha certeza que este dia chegaria, o dia que eu iria falar que queria ser mãe. Ele me pediu apenas um tempo para aceitar a ideia, mas que sim, que seria o pai do meu filho.

Naquele momento, por todo o amor e carinho envolvido naquela cena, eu tive a certeza que quando chegasse a hora de ter o nosso filho, ele seria muito bem vindo e muito amado! Decidimos esperar o prazo da retirada do DIU pra começar a tentar engravidar. O que vai acontecer no final de 2020. Prazo suficiente para concluirmos alguns projetos!

Bom, agora que já ficou clara a minha briga com a decisão sobre a maternidade, vamos aos passos que quero seguir até chegar a tão esperada e sonhada gestação! Como a ideia depois do casamento era não ter filhos, optei por colocar um DIU. Que será assunto do próximo tema. Leia aqui: Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Quando eu não quis ser mãe

Se você ainda não viu a primeira parte desse  artigo – veja aqui: Quando eu quis ser mãe 

Quando eu percebi que eu não precisava de um filho pra ser feliz, muita coisa mudou na minha vida. Percebi que a mudança que eu precisava estava dentro de mim, que somente eu poderia me fazer feliz.

E aí vai uma dica para a vida: não procure a felicidade fora de você. A felicidade para ser plena, precisa vir de dentro pra fora. Não adianta achar que o companheiro,  os amigos ou mesmo o emprego dos sonhos vai te fazer feliz. Se você não é capaz de se sentir bem, feliz, plena e realizada sozinha, não vai conseguir isso pelo fato de estar ao lado de alguém.

E depois de vários escorregões eu percebi isso, consegui me livrar de alguns males que insistiam em me levar para o fundo do poço e fui ser feliz! Viagens, passeios, festas, confraternizações…. E não, não era uma vida vazia, pois eu me sentia realizada, estava feliz comigo, e com a minha vida! Já tinha cumprido o meu “cronograma de vida” e deste momento em diante a meta era ser feliz. Sozinha, solteira e extremante comprometida com a minha felicidade!

Mas o destino nos reserva algumas surpresas…. E em uma dessas viagens conheci um belo paulista dos olhos verdes que me tirou o rumo! Nos conhecemos, passeamos e terminamos a viagem juntos. Achei que seria só um caso de verão no outono, mas para nós dois estava reservado muito mais do que isso…

E o tempo foi passando, fomos nos conhecendo e chegamos no assunto de filhos. Ele não quer ter filhos. Totalmente convicto que paternidade não passaria nem pela timeline do Facebook, imagina na vida dele! Na hora eu pensei: nossa, ele não quer ser pai! Mas eu também não estou querendo ser mãe! Tá tudo certo então!

Passei alguns anos tentando me convencer de que eu realmente não queria ser mãe! Só que eu não queria ser mãe naquele momento, naquela época, naquela fase. Namoramos, noivamos e casamos! E quando nos perguntavam sobre filhos, a resposta era única: não queremos ter filhos! E eu quase me convenci disso!

Pra falar a verdade, eu gosto e gosto muito da vida de mulher sem filhos! Saio a hora que eu quero, durmo a hora e quanto eu quero, tenho um marido que cuida de mim, e somente de mim! Pra passear, viajar, sair é só ir! A única preocupação que eu tenho hoje, é com o bem estar do casal, e da nossa filhinha e quatro patas (que já dá bastante trabalho)!

Acho que por isso que eu tinha “certeza” que não queria ter filhos. A maternidade é linda, mas assusta. Você vê aquele tanto de mãe reclamando da falta de sono, que não consegue descansar, comer, tomar banho! Gente, tomar banho!!!! A pessoa não conseguir tempo pra tomar um banho decente. Isso parece surreal, como pode alguém “escolher” passar por isso. Ter o bico do peito sugado, muitas vezes rachado, sangrando, empedrado. Ter seu corpo completamente modificado, perder sua cintura e suas curvas, ver estrias e flacidez tomando conta do seu corpo, ficar inchada, parir. Ai meu Deus, parir, colocar uma criança pra fora. Seja por cesárea ou parto normal, qualquer um deles parece completamente assustador. Imaginar perder noites e noites de sono, saber que vai ter um ser completamente indefeso que vai depender unica e exclusivamente de você. É, foi fácil me convencer que eu não queria ser mãe.

Como eu estava certa que o desejo da maternidade já tinha ficado pra trás, fui viver minha vida. Namorar, viajar… ah, eu amo viajar! Conhecer lugares, restaurantes, lugares novos, retornar aos lugares que eu gostei, ir novamente aos que eu não gostei pra ter certeza que não gostei! Como eu amo! Aos vinte e poucos anos eu assisti um filme que marcou muito a minha vida! Clique aqui para ver a sinopse →Antes de Partir. Fiz a minha lista da bota, com todos os lugares que eu gostaria de ir, coisas que eu gostaria de fazer, de comer, de provar…. Era quase uma lista do sapateiro….rs

E me concentrei em realizar a minha lista, minha satisfação pessoal, profissional, amorosa. E assim fui vivendo, alguns itens eu realizei, outros acrescentei, outros eu desisti e alguns ainda não consegui realizar. Mas a lista da bota é extremamente interessante. As vezes nos perdemos um pouco, e ter anotado o que se quer e onde se quer chegar ajuda a não perder o foco e ir atras dos nossos objetivos. Pensar é bom e registrar é necessário. Quando deixamos registrado os nossos objetivos, fica mais fácil traçar metas para alcançá-los.

Então, terminei esta fase de não querer ser mãe extremamente bem resolvida e feliz. E achando um absurdo as pessoas se espantarem com a ausência do desejo da maternidade nos meu planos. Mas quem vive sem o olhar de julgamento das pessoas né? Se tem alguém, este alguém definitivamente não sou eu!

Leia o próximo post para saber mais sobre a minha decisão de querer /não querer/e querer um filho: Quando eu voltei a querer ser mãe

Quando eu quis ser mãe

Acho que a maioria das meninas durante a infância se imaginam mães, brincam com suas bonecas como se fossem suas filhinhas! E comigo não era diferente. Eu brincava, dava banho, penteava, dava comidinha, como se um filho fosse somente um passatempo e uma diversão. E na época era! Adorava esperar o natal pra receber bonecas de presente do “Papai Noel” (sim, eu acreditei nele por muito tempo). Normalmente nesta época do ano sempre vinham as maiores bonecas! Ah, que alegria era, ter a casa cheia de “filhas”, e nenhum filho, acho que os meninos deveria ser bem sem graça, porque só queríamos “filhas”.

Acho que este foi o meu primeiro contato com o instinto materno! Logo veio a adolescência e filho pra quê né? Eu tinha uma vida muito boa e badalada pra querer saber de filhos. Aí veio a maturidade, ou pelo menos eu achava que era. E o desejo de ser mãe voltou! Comecei a pensar em ter filhos, mas a minha condição financeira era zero e a emocional já estava abaixo da linha da pobreza! Mas eu me programava mentalmente. E coloquei alguns pontos importantes pra mim antes de ser mãe: terminar a faculdade, ter um emprego estável, uma moradia, um carro e um bom marido! E assim eu fiz! Terminei a faculdade, consegui um bom emprego, uma moradia, mas eu não tinha um marido! E com 26 anos eu ainda tinha esperança de achar um bom homem que poderia ser um bom marido pra mim.

Pois bem, eu achava que isto estava resolvido e bem resolvido pra mim, mas muitas vezes me peguei pensando no porque eu queria ter um filho. E hoje eu vejo que naquela época eu queria uma coisa certa, mas pelos motivos errados. Eu queria um filho pra não me sentir sozinha, pra me sentir amada, pra poder dar todo o amor que eu tinha guardado dentro do meu coração. E eu achei que isso me faria feliz.

E se você que está lendo isso hoje, se identifica com isso, simplesmente pare! Pare enquanto é tempo, um filho pode te trazer alegria, mas se você não buscar a sua alegria interior, nem um filho e nem nada no mundo vai te satisfazer, vai te fazer feliz! Só você pode fazer algo pela sua felicidade!

Leia o próximo post para saber mais sobre a minha decisão de querer /não querer/e querer um filho! Quando eu não quis ser mãe