Estágios da preparação para a maternidade – Alimentação

Não sei bem ao certo quando começou a minha preparação. Acho que começou inconscientemente em uma vontade de melhorar minha vida em diversos aspectos. Leia aqui: Quando eu quis ser mãe

O primeiro deles, acredito eu, que foi em relação aos hábitos saudáveis de vida. Penso que para colocarmos alguém no mundo, temos que nos preparar para isso. Prepararmos o nosso corpo e os nossos hábitos. Amo batata frita, torresmo, bacon, pizza e guloseimas em geral, mas sei que isso nem de longe vai fazer bem para um ser humano que acabou de chegar a este mundo e não tem os seus órgãos funcionando em sua plenitude.

Iniciei o ano de 2015 pesando quase 65kg, pra minha altura de apenas 1,58m é um peso bem acima do que seria ideal, ou pelo menos do que eu considero ideal para mim. Estava vivendo uma fase em que eu e meu esposo tínhamos uma hamburgueria, e o hambúrguer era muito bom. Então, acabava comendo 4x por semana hambúrguer, batata frita e refrigerante, as segundas eram determinadas o dia da pizza, cervejas e frituras aos finais de semana e raramente contávamos com uma salada ou fruta nas refeições. Normalmente comíamos quando íamos na casa da sogra. Ou seja, bem de longe uma rotina de alimentação saudável.

Em meados de 2015 vendemos a hamburgueria e as coisas começaram a voltar ao normal. As caminhadas no final da tarde voltaram a ser rotina, começamos a fazer salada no pote para almoçarmos, introduzimos mais frutas, verduras e legumes nas refeições, ensaiei para aprender a fazer comidas mais saudáveis, as bebedeiras foram diminuindo… Enfim, hábitos saudáveis começaram a fazer parte na nossa rotina.

Eu não parei para pensar: “Quero ter um filho. Vou mudar meus hábitos”. Mas acredito que foi algo inconsciente, até porque nesta época eu estava decidida a não ter filhos. Até coloquei um DIU Mirena para evitar a gestação. No fundo acho que coloquei o DIU para me dar uma prazo: “Tenho cinco anos para decidir se engravido quando tirar o DIU, ou se coloco outro e desisto de vez da maternidade”. Leia aqui: Quando eu não quis ser mãe

Mas hoje acredito que esta mudança de hábito tenha feito uma diferença muito grande na minha vida. Quando eu pensava em ter filhos, eu sempre disse que queria estar pesando 50kg antes de engravidar, para ter uma margem para engordar…hahaha bobeira né? O que importa é estar bem de saúde, física e mental. Não fiquei neurótica com peso, continuei comendo as coisas que eu gosto, mas aprendi a comer com moderação. Antes eu comia até acabar a comida que tinha na minha frente, hoje eu como até me satisfazer. Consegui emagrecer 14kg, ainda não tenho a rotina de vida saudável que eu espero ter um dia, mas estou mais perto do que antes. Leia aqui: Alimentação antes da gestação

As aulas de culinária ficaram para trás, as saladas no pote também, mas consigo fazer escolhas melhores do que antes. Sei que tem muita coisa que preciso mudar, mas o que consegui até agora é um grande avanço. E devemos nos alegrar a cada conquista, cada vitória, cada passo para frente.

Eu pretendo chegar um dia em que algum problema não interfira na minha rotina alimentar. Porque hoje interfere e muito. Se estou preocupada, ansiosa, eu já passo a não querer ir ao mercado, não querer cozinhar, lavar a louça, programar e preparar as minhas refeições. Mas as mudanças acontecem aos poucos em nossa vida, e não adianta querer mudar hábitos de uma vida inteira do dia para a noite.

Eu acredito muito na rotina, com rotina você pode fazer escolhas melhores e usar melhor o seu tempo. Uma rotina e planejamento de alimentação pode trazer muitos benefícios ao organismo e ao dia a dia.

Se você consegue fazer um planejamento alimentar, ao acordar você já terá definido como será o seu café da manha, o seu almoço, os seus lanches e o seu jantar. Sendo assim, ao invés de cada refeição, você parar pra pensar: o que eu vou fazer, ou como vou fazer, você já tem o cardápio definido, os ingredientes em mãos e só colocar a mão na massa.

Há uma economia de tempo e energia. Nos desgastamos ao pensar em cada item da refeição, em como elaborar, e na hora de executar, já começa a bater o desânimo em fazer. Pelo menos é o que acontece comigo! As vezes usar a terceira pessoa para se definir parece mais interessante..rs

Mas é isso. Uma mudança alimentar, para mim, precisa de rotina, de planejamento, de disciplina. Não estou dizendo que parei de comer todas as guloseimas gostosas do mundo, mas reduzi a frequência e quantidade! Mesmo nos dias de mais falta de vontade de cozinhar ou ir ao mercado, tento colocar uma fruta, uma verdura, ou legume nas refeições. Para o meu organismo lembrar que isso é importante e precisamos deles para nos manter firme e forte!

As energias e a chegada de uma criança.

“Seu padrão vibratório é a sua sentença”.

Esta foi uma das primeiras frases que li este ano, e foi a que mais me chamou a atenção. Se o seu padrão energético é bom, provavelmente colherá bons frutos, mas se ele for ruim, está na hora de mudar. E elevar a energia que está ao seu redor.

Como ainda não tenho filhos, pretendo ter no mínimo um ambiente acolhedor para receber uma criança em meu lar. Se as coisas não estão devidamente ajustadas, com o casal, família e amigos, é melhor ajustá-las antes de inserir a criança nesta convivência.

Os palpites antes da maternidade

Talvez nunca alcançaremos um nível de harmonia total, mas temos que buscar a harmonia com pelo menos as pessoas que farão parte do dia a dia desta criança.

Não é justo com a criança e nem conosco. Se está difícil ajustar as energias sem uma criança, com um recém nascido será um tanto quanto mais complicado.

A criança que está chegando precisa de amor, paz, harmonia… Quanto mais amor melhor. Em todos os nossos relacionamentos passamos por alguns momentos conturbados, seja com pais, cônjuges ou amigos. Então, restaure o equilíbrio, renove a energia e purifique o seu coração.

Esse bebezinho que vai chegar certamente vai preferir contar com toda a energia positiva de todas as pessoas que a rodeiam.

Seu filho pode ajudar em casa!

Durante um tempo eu pensei em proibir todas as visitas, não ia querer ninguém visitando a mim ou ao meu bebe. Ia querer paz, sossego, calma. Mas comecei a perceber que eu vou precisar de boas energias ao meu redor. E que o bebe vai gostar de saber que ao chegar neste mundão de Deus, várias pessoas foram visitá-lo, que estavam ansiosos por conhecê-lo. E que por mais que eu quisesse me isolar, um ou outro ia acabar por não entender, e mesmo assim iria. E isso poderia me aborrecer. Então, mudei o meu padrão vibratório e decidi aceitar com muito amor todas as pessoas que quiserem ir nos visitar! Seja em casa ou no hospital.

Então agora é só se programar pra isso. Sei que nem todo mundo tem muito bom senso em relação aos horários das refeições, ou uma visita que era rápida pode acabar se estendendo. E pra isso não gerar aborrecimentos, é deixar fácil o telefone de uma padaria e uma pizzaria que faça entrega 🙂

E assim a vida segue. Vamos tentar transformar o nosso padrão vibratório para que a nossa sentença seja boa, agradável e nosso fardo seja leve!

Alimentação antes da gestação

Pra quem está chegando agora, o objetivo da página é registrar informações sobre a maternidade. Ainda não sou mãe, nem estou tentando engravidar, mas quero me cercar de informações antes de entrar neste mundo da maternidade.

E hoje a minha busca foi pela alimentação. Quando decidi que queria ser mãe (Acompanhe aqui: Decidi que quero ser mãe! E agora?comecei algumas mudanças de hábitos em relação a minha alimentação, emagreci um pouco, comecei atividade física (mas surgiu uma obra no meio do caminho e dei uma pausa), pois percebi que se eu queria engravidar em um futuro não tão distante, afinal, 2021 já está bem aí, eu tinha que me adaptar e me preparar.

O mundo está mudando, e está mudando muito rápido. Abrimos mais embalagens para comer do que cortamos ou descascamos os alimentos, e decidi que quero ser uma pessoa mais saudável e natural, e ter filhos mais saudáveis e naturais (coloquei no plural porque acho bonitinho, mas por enquanto quero só um mesmo).

E nesta busca por informações sobre a maternidade e alimentação, vi que a maioria das mulheres fazem a suplementação de vitaminas, ácido fólico e algumas outros nutrientes. Mas, se tem na natureza e disponível na feira ou no mercado, penso que é melhor comprar lá do que na farmácia.

————ÔMEGA 3————

Um dos itens que fazem parte do cardápio de receitas de suplementação é o ômega 3, que auxilia na produção de prostaglandinas responsáveis pelo controle da pressão sanguínea e da coagulação. Atua no desenvolvimento neurológico e visual do feto e atua na precaução de pré-eclâmpsia e parto prematuro. Vou citar alguns dos seus benefícios – lembrando que estas informações foram feitas a partir de buscas em sites diversos, portanto, qualquer ingestão de alimentos ou suplementação deverá ser conversada com seu médico ou nutricionista, que poderão orientá-la quanto ao melhor método para você!

1. Regulagem de algumas atividades fisiológicas

Esses compostos podem colaborar na função de diversos processos fisiológicos, como na coagulação do sangue, funcionamento dos rins, regulagem da pressão sanguínea, produção de outros hormônios e melhor funcionamento do sistema gastrointestinal.

2. Prevenção de doenças cardíacas

A produção das prostaglandinas também é muito importante para proteger seu corpo contra doenças cardíacas. Ao regular a quantidade destes hormônios, os ácidos graxos do ômega 3 trabalham como um anti-inflamatório protegendo não só o coração, mas também outros órgãos vitais.

3. Equilíbrio das mudanças de humor

Outro benefício do ômega 3 na gravidez é o de melhorar as tão temidas mudanças de humor.

Especialistas afirmam que a dose certa de ômega 3 pode ajudar a prevenir e tratar alguns sintomas das alterações de humor durante a gravidez, como maior irritabilidade e depressão.

4. Prevenção de diversas doenças

O consumo regular de ômega 3 pode ainda ajudar a futura mamãe a evitar um grande número de doenças, principalmente as relacionadas a inflamação e ação dos radicais livres.

Artrite, doenças gastrointestinais e até o câncer podem ser evitados graças às ações anti-inflamatórias dos ácidos graxos da família ômega 3.

5. Melhor desenvolvimento do bebê

O ômega 3 já foi associado em diversas pesquisas ao desenvolvimento neurológico e óptico do bebê. Os ácidos graxos EPA e DHA, ambos da família do ômega 3, foram relacionados com o desenvolvimento saudável das funções cognitivas e visuais do bebê desde a barriga até os 6 meses de idade.

6. Impacto positivo na saúde da gestante

Outro benefício que os ácidos graxos EPA e DHA podem proporcionar na gestante é a prevenção do parto prematuro e de alguns problemas durante o parto.

Além disso, diminui os riscos de epilepsia na gestante e pode auxiliar no ganho de peso saudável do bebê. A deficiência de ômega 3 na gravidez pode gerar depressão e alterações de humor pós-parto.

Alimentos ricos em ômega 3: peixes de água fria, sardinha, arenque, salmão, atum, sementes de chia e linhaça, nozes.

————VITAMINA E————

Na minha busca encontrei uma informação divina: Vitamina E para evitar estrias. Quem quer ficar com um mapa hidrográfico na barriga depois que o bebe nascer? Eu não, obrigada!

A vitamina E, chamada tecnicamente de tocoferol, é uma das vitaminas lipossolúveis (que dependem de gordura para absorção) necessárias para o bom funcionamento do organismo. Essa vitamina possui potente ação antioxidante, conferindo proteção à membrana que reveste as células do corpo e também para as lipoproteínas, que são responsáveis por transportar o colesterol no sangue, dessa forma previne a oxidação causada pelos radicais livres, que podem levar a formação das placas de ateroma, que obstruem a passagem de sangue nas artérias.

Benefícios da vitamina E:

  • Pode ajudar na melhora da fertilidade;
  • Pode contribuir para o controle do LDL (considerado o “mau” colesterol quando elevado);
  • Tem propriedade anti-inflamatória;
  • Pode melhorar a capacidade cognitiva;
  • Contribui para proteção do cérebro;
  • Rejuvenescimento e cicatrização da pele;
  • Destaca-se o efeito antioxidante por ser considerado um dos melhores para controle dos radicais livres.

Alimentos ricos em vitamina E: brócolis, espinafre, couve, tomates, pimentões, aspargos, azeite de dendê, amendoim, semente de girassol, amêndoas, abacate.

Agora a dica pra vida: Combinar alimentos ricos em ômega 3, com comidas ricas em vitamina E é uma boa ideia, isto porque estes ácidos graxos oxidam com muita facilidade, perdendo as suas propriedades.

Então, para aproveitar todos os nutrientes do ômega 3, é só combinar o peixe com o azeite de dendê, resultado: moqueca baiana!

27/10/2016. Crédito: Jhonatan Vieira/Esp.CB/D.A Press. Brasil. Brasília – DF. Gastronomia. Moqueca de peixe e frutos do mar com farofa no restaurante Manzuá, no Lago Sul.

 

Os palpites antes da maternidade

 

Acho que toda gestante ou mãe surta com os inúmeros palpites e pitacos que as pessoas insistem em dar durante a gestação, parto, pós parto, amamentação, alimentação, educação e criação dos filhos.

Depois que comecei a estudar sobre a maternidade, sim, é um estudo quase que diário, comecei a me policiar em relação aos comentários que por ventura eu poderia fazer para uma gestante ou para uma mãe. Li tantos relatos de mães que ouvem cada absurdo, e que muita das vezes elas não respondem, não cortam, simplesmente escutam aqueles palpites, por medo, por respeito, por diversos fatores escolhem ficar caladas.

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

As vezes fazemos algum comentário, que normalmente é na intenção de ajudar, mas pode ser que não ajude. Então agora tento falar só se me perguntarem, quando sei de algo que pode ajudar, sugiro que pesquise sobre o assunto. Eu tenho a minha percepção sobre o assunto, e pode ser bom pra mim, mas pode não ser bom para a outra pessoa, por isso apenas sugiro que a pessoa leia e tire suas melhores conclusões.

Mas o foco deste texto é outro:  os palpites das gestantes!

Pois é, pra quem está gestante, já pensou a quantidade de palpites que você já falou para a sua amiga que ainda não tem filhos?

  • Mas você ainda não engravidou por que?
  • Não adianta se planejar, engravida na hora que Deus quer.
  • Você usa DIU? Ele também falha.
  • Besteira essa coisa que querer ter a vida planejada antes de engravidar.
  • Se você esperar a hora certa, nunca vai ter.
  • Cuidado, você já está ficando velha.
  • Desse jeito vai parece avó e não mãe do seu filho.
  • Não precisa esperar, você pode fazer tudo o que você está planejando com um filho.
  • É melhor ter logo esse filho.
  • Nossos filhos podem crescer juntos…
  • E tantos outros palpites e conselhos.

Aí eu te faço uma pergunta: Você gosta quando dão palpite na sua gestação ou criação dos seus filhos? Se a resposta for NÃO, por que você acha que a outra pessoa vai gostar de ouvir palpites sobre o momento ideal da concepção do filho dela?

Quando eu quis ser mãe

Li tantos relatos que a mulher quando engravida vira praticamente um item de domínio público: todo mundo acha que tem direito de tocar, de falar, de dar palpite… Então pensem antes de dar palpites sobre o momento que uma mulher deve gerar um filho, ela já começa a sofrer com os palpites mais cedo.

Já pensou que estes comentários podem gerar sofrimento e pressão em quem está ouvindo? E se a pessoa está com dificuldades pra engravidar? Se o casamento não está bom? Se a família está endividada? Pode estar acontecendo tanta coisa na vida desta família, essa mulher pode até estar querendo muito ser mãe, mas só ela sabe como está a vida dela e se é ou não um bom momento para engravidar.

Decidi que quero ser mãe! E agora?

Então vamos todos tentar praticar a empatia: Vamos nos colocar no lugar do outro e evitar fazer as coisas que não gostaríamos que fizessem conosco. Eu peço encarecidamente, por mais que seja sua amiga, que você tenha sonhado em dividir a sua gestação junto com ela, não deseje a gravidez dela se este não é o momento que ela escolheu. Respeite o momento de cada mulher, assim como você quer que o seu seja respeitado. Se ela tem metas, planos e objetivos a serem alcançados, torça para que ela cumpra, alcance e realize.  Por mais que uma gravidez possa trazer alegria, desejar uma gravidez no meio do caminho, não é o mesmo que desejar felicidade!

 

 

 

50 brincadeiras que não exigem brinquedos!

1 – Carrinho de mão

Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: 2
Enquanto a criança coloca as mãos no chão, com os braços estendidos, o adulto (ou outra criança) levanta suas pernas e empurra, como se fosse um carrinho de mão.

2 – Cinco Marias
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Pegue cinco saquinhos de tecido e encha-os com areia ou arroz. Jogue as cinco marias no chão. Escolha uma, jogue para cima e pegue outra do chão, a tempo de pegar a primeira antes de cair. Na próxima rodada, jogue um saquinho para cima enquanto pega dois no chão e volta a recolher a primeira antes de cair. E assim sucessivamente.

3 – Telefone sem fio
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
As crianças devem ficar em círculo ou enfileiradas. A primeira cria uma mensagem e fala no ouvido da próxima. A mensagem vai passando adiante, cada um dizendo aquilo que entendeu. O último participante deve dizer, em voz alta, o que ouviu. Se estiver correto, o criador da mensagem vai para o fim.

4 – Mímica
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: a partir de 4
Divida as crianças em dois times. Um participante deve se dirigir ao grupo adversário, que irá falar alguma palavra. A criança tem três minutos para representar, apenas com gestos, e o time deve adivinhar. O time que acertar mais, ganha.

Os riscos de uma gravidez com DIU

5 – Boliche
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Faça os pinos com garrafas pet, cheias até a metade. Depois, com uma bola, o jogador deve tentar derrubá-las. Em cada rodada, o participante pode tentar duas vezes.

6 – Morto-vivo
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes:a partir de 4
Coloque as crianças em uma fila. Uma delas (que precisa estar fora da fila) ou você mesmo, fica de frente. Quando disser “morto”, elas devem se abaixar. E quando for “vivo”, elas precisam estar de pé. O condutor deve ir alternando as palavras e a velocidade. Quem errar, está fora da brincadeira.

7 – Bolhas de sabão
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Misture duas colheres de sopa de detergente em um copo de água. Mexa bem e com um canudinho assopre. Quanto mais devagar a criança assoprar, maior ficará o bolha.

8 – Amarelinha
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 1
Faça o desenho da amarelinha no chão e enumere os quadrados de 1 a 10. A criança joga uma pedra na primeira casa e, em um pé só, a pula e vai até a última. Na volta, pega a pedra do chão. Na próxima rodada, joga a pedra na casa 2 e vai até o fim em um pé só. E assim sucessivamente. Não pode colocar o segundo pé no chão, nem errar a casa.

9 – Estátua
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 3
Uma das crianças é escolhida como o chefe e as outras devem estar posicionadas de frente para ele. O chefe designa qual será a estátua. Pode ser de cachorro, passarinho, gato, cobra… Então, quem está no comando escolhe a estátua mais bonita, mais feia ou mais engraçada. Pode-se também colocar uma música para tocar e quando o chefe aperta o stop, todos param! O chefe vai a cada jogador e os provoca. Quem se mexer, perde!

10 – Balão fujão
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Trace uma linha de partida e uma de chegada. Cada jogador segura uma bexiga e um pedaço grande de papelão. Ao seu sinal, cada criança coloca sua bexiga no chão e a abana com o papelão, na direção da linha de chegada, e a traz de volta da mesma forma. O primeiro que terminar o percurso, ganha a corrida.

11 – Pular corda
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 1 a 5
Duas crianças seguram a corda, uma em cada ponta, e fazem com que ela gire. Os outros participantes precisam pular a corda, que está em movimento. Isso pode ser feito com batidas lentas ou muito rápidas. Sai do jogo quem tropeça na corda. Também dá para pular em grupo, entrando um de cada vez ou todos juntos. Se a criança estiver sozinha, ela pode girar a corda com as duas mãos e pular!

12 – Casa de cartas
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
As crianças devem juntar duas cartas e equilibrá-las de modo a criar um formato piramidal. Ao fazer vários “triângulos” dessa forma, é possível colocar uma carta na horizontal acima de dois triângulos e, assim, formar a base para o segundo andar. A ideia é formar um castelo, tomando muito cuidado para não derrubar tudo.

13 – Corrente infinita
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 4
Conforme o pegador capturar os outros jogadores, eles vão dando as mãos e formando uma corrente em que apenas as pontas podem pegar.

14 – Não me faça rir
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma criança tenta fazer a outra rir, enquanto ela tenta desesperadamente segurar a risada. Quem rir primeiro, perde.

15 – Troca-letra
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: 4 a 8
Uma das crianças propõe uma palavra de quatro letras. O primeiro jogador deve, formar uma palavra nova a partir daquela, mudando apenas uma letra, e assim sucessivamente. Exemplo: lata – pata – mata – mala – tala. Quem não bolar uma palavra em 30 segundos, ou repetir uma que já foi, é eliminado.

16 – Futebol de botão
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Este jogo tem as regras similares ao futebol de campo, mas é possível criar suas próprias regras a cada partida. Com botões ou tampinhas de garrafas, é preciso chegar ao objetivo, o gol.
Falando em futebol, veja aqui uma superdica para curtir futebol com a família!

17 – Quem sou eu?
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 3
Os jogadores devem ficar numa roda, e cada um escolhe o nome de uma celebridade, personagem de filme ou desenho, ou mesmo do convívio delas, escreve num papel e gruda na testa do participante da direita, sem que ele veja. Cada criança faz perguntas para os outros jogadores sobre o que ela é. Por exemplo: eu sou uma mulher? E os jogadores só podem responder sim ou não. A criança então tem uma chance de dar um palpite. Ganha quem acertar primeiro.

18 – Desfazendo o nó
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos participantes se afasta dos demais. Enquanto isso, o grupo faz uma roda, de mãos dadas. Depois, devem se enlaçar, sem largarem as mãos, com acrobacia, passando por baixo ou por cima das pernas e braços, de modo a formar um nó. O escolhido volta e tem de desfazer o nó até que as crianças voltem à posição original em roda, sem soltar as mãos.

19 – Dança das cadeiras
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Separe algumas cadeiras, de acordo com o número de pessoas, menos um. Em uma fila indiana, os participantes devem circular pelas cadeiras, com as mãos para trás e ao som de uma música. Quando a música parar, elas devem se sentar na cadeira mais próxima. Quem ficou de pé é eliminado e uma cadeira deve ser retirada. Vence quem sentar na única cadeira que restar.

20 – Pipa
Idade: a partir de 7 anos
Número de participantes: a partir de 1
Segurando a linha da pipa (atenção: brinque em uma região distante de fios de eletricidade), a criança deve ir soltando-a de acordo com a distância que se pretende alcançar e conforme a velocidade e direção contrária ao vento.

21 – Detetive
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 5
Para essa brincadeira, você vai precisar escrever num papel a inicial A (de assassino), em outro D (de detetive) e os outros com o V (de vítima) – some todos os participantes e subtraia dois para saber quantas vítimas o jogo terá. Misture e deixe cada criança pegar um papel sem saber o que é. O assassino precisa “matar” o maior número de vítimas e, para isso, ele deve piscar discretamente para as pessoas. Quando as vítimas forem atingidas, elas devem dizer “morri” e abaixar a cabeça. Caso o detetive perceba as piscadas, ele deve dizer ao assassino: “Preso em nome da lei”.

22 – Corre-cutia
Idade: a partir de 3 anos
Número de participantes: a partir de 4
Os participantes devem sentar em uma roda e um participante fica de pé, com um lenço na mão. Enquanto todos cantam a canção “Corre cutia na casa da tia”, o participante dá voltas por trás dos que estão sentados. No fim da música, ele coloca o lencinho atrás de alguém, que deve sair correndo atrás do primeiro. Ou o pegador pega o fugitivo ou o fugitivo se senta no lugar dele, o que vai transformar o pegador no próximo a dar voltas com o lencinho.

23 – Pega-varetas
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: de 2 a 6
Pegue várias varetas coloridas e uma preta. Jogue-as em uma mesa, de uma só vez. Cada jogador precisa retirar as varetas, uma de cada vez, sem que as outras se movam. Se elas se mexerem, o participante passa a vez. Em geral, cada cor tem uma pontuação. Quando acabarem as varetas, ganha quem alcançar a maior pontuação.

24 – Casinha
Idade: a partir de 2 anos
Número de participantes: a partir de 1
Essa brincadeira pode ser feita em qualquer espaço e com diversos tipos de brinquedos, como bonecas e bichos de pano. As crianças representam os papéis sociais e podem invertê-los, por exemplo, cada hora uma é mãe e a outra a filha.

25 – Código secreto
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
Aqui, a imaginação é o único material necessário. A ideia é que as crianças criem uma nova língua, como a do p, em que se coloca a letra p na frente de cada sílaba da palavra.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

26 – O objeto oculto
Idade: de 8 a 10 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Uma das crianças escolhe um objeto que está à vista no ambiente, diz a cor dele e espera que os outros jogadores o encontrem. Ela também pode dar outras dicas. O primeiro que achar o objeto escolherá o próximo, na próxima rodada.

27 – Upa, upa, cavalinho
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente-se numa cadeira. Cruze as pernas e sente a criança em cima de seus tornozelos. Segure suas mãos enquanto move suas pernas para cima e para baixo, cantando “upa, upa, cavalinho”.

28 – Os cinco pulos
Idade: de 6 a 7 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Os participantes devem se colocar lado a lado numa linha imaginária. Dado o sinal, todas dão cinco pulos para a frente. Ganha quem parar mais longe.

29 – Repórter por um dia
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 2
A criança que será a “entrevistadora” pega um gravador, ou mesmo uma escova de cabelo, para fingir que é o microfone. Se tiver mais de uma criança, sugira que uma seja a repórter da bancada e a outra a repórter da rua. As crianças podem separar assuntos antes da brincadeira para debatê-los.

30 – Dicionário
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 12
Pegue um dicionário, abra numa página qualquer e leia em voz alta para as crianças a definição de uma palavra aleatória. O primeiro jogador que adivinhar a palavra marca um ponto. O vencedor será o primeiro que marcar 10 pontos.

31 – Batata quente
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Com uma bola em mãos, as crianças devem estar dispostas em um círculo. Elas podem estar de pé ou sentadas, tanto faz. Uma delas deve estar fora da roda e com os olhos tampados. Ela deve cantar “Batata quente, quente, quente, quente…” em diferentes velocidades para que as outras passem a bola. Quando ela disser “queimou”, quem estiver com a bola em mãos é eliminado.

32 – Desenho maluco
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 3 a 4
Dê uma folha em branco para cada participante. No alto da folha, cada um deve desenhar uma cabeça. Depois, dobram-se os papéis para esconder o que foi feito. Trocam-se as folhas e, então, cada um desenha o corpo. Repita as instruções, até que cada criança desenhe uma parte do corpo, sem ver a anterior. No fim, abra os papéis e veja os desenhos que se formaram.

33 – Desenhando nas costas
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Uma das crianças escolhe “desenho” ou “palavra” e então com o dedo indicador faz uma representação nas costas de outra criança. O jogador que está tendo as costas desenhadas tem três chances de acertar. O desenhista pode dar dicas também.

34 – Stop
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 4
Cada participante pega uma folha sulfite e divide em 5 colunas denominadas: nome, cidade, país, animal e vegetal. A cada rodada, um participante escolhe uma letra. Quem preencher primeiro todos os campos, com uma palavra para cada coluna, começando com a letra determinada, deve dizer Stop e todos os outros param de escrever. A cada resposta igual, os participantes levam 5 pontos. Se forem diferentes, 10 pontos. E se os outros não tiverem colocado nada, 15 pontos.

35 – Montar nos ombros
Idade: de 9 a 12 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e uma criança)
Ajeite o bebê sobre os ombros de forma que a pernas pendam ao redor de seu pescoço, apontando para a frente. Segure-o pelas mãos enquanto anda por aí. Varie os movimentos: pule num pé só, marche, gire…

Seu filho pode ajudar em casa!

36 – Passa anel
Idade: a partir de 4 anos
Número de participantes: a partir de 4
Um dos jogadores será o passador do anel. Com o objeto entre as palmas da mão, a criança deve passar suas mãos entre as dos participantes, que devem estar posicionados lado a lado ou em círculo. O passador deve fazer isso quantas vezes quiser, mas em uma delas deve deixar o anel. Quando acabar, ele pergunta a outro jogador com quem ficou o objeto. Se a pessoa acertar, os papéis são invertidos. Se não, tudo continua igual.

37 – Pular elástico
Idade: de 7 a 12 anos
Número de participantes: a partir de 3
Separe por volta de 2 metros de elástico de roupa e dê um nó unindo as pontas. Duas crianças devem ficar de pé, frente a frente, com o elástico em volta dos tornozelos, formando visualmente um retângulo. Uma terceira criança tem de fazer uma sequência de saltos, começando de um lado do retângulo, indo para o outro, e pisando sobre o elástico. Depois do término de cada sequência, a altura do elástico vai aumentando gradativamente.

38 – Jogo dos pontinhos
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Em um papel sulfite, coloque vários pontinhos, cada quatro formando um quadrado. O jogador deve ligar dois pontos em cada jogada, formando retas. Quem fechar um quadradinho, deve colocar a sua letra inicial dentro dele. O jogo termina quando todos os quadrados estiverem fechados e ganha quem tiver o maior número de letras.

39 –  Escolinha
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
A clássica brincadeira em que uma criança é a professora e as outras ficam sentadas copiando da lousa, pode ser reinventada e tornar-se mais dinâmica. O “professor” faz uma lista de perguntas. Os outros jogadores ficam no degrau de uma escada. A cada resposta certa, o jogador sobe um degrau.

40 – Pula-rio
Idade: de 6 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Estique duas cordas no chão, paralelamente, com intervalo de 50 centímetros entre elas. Esse espaço representará o rio. Os participantes devem fazer uma fila de um lado do rio, e um por vez, saltarem para o outro lado. A cada rodada, aumente a largura do rio. São eliminadas as crianças que “caírem na água”. O que sobrar, vence.

41 – Bola na moeda
Idade: de 7 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Dois jogadores se posicionam frente a frente, de pé. No chão, no meio dos dois, coloca-se uma moeda. As crianças jogam a bola uma para a outra, quicando no chão para tentar acertar a moeda.

42 – Pescaria de clipes
Idade: de 5 a 11 anos
Número de participantes: a partir de 2
Esvazie uma caixa de clipes em uma tigela grande. Entregue a cada criança um cabide de arame cuja ponta tenha a forma de gancho. Os participantes devem pescar os clipes com o gancho. O jogador que tiver pescado mais é o vencedor.

43 – Achou!
Idade: de 6 a 9 meses
Número de participantes: 2 (um adulto e um bebê)
Sente o bebê no chão ou numa cadeira de frente para você. Pegue uma toalha e cubra o rosto com ela. Tire a toalha e mostre o seu rosto enquanto diz “achou”. Experimente também colocar a toalha na cabeça do bebê e tirá-la.

44 – Cabo de guerra
Idade: a partir de 5 anos
Número de participantes: de 4 a 10
Divida as crianças em dois times. Cada um ficará de um lado do campo e segurando um lado da corda. Ao sinal, cada time puxa para o seu lado, com toda força. Ganha a equipe que ficar por pelo menos um minuto com a maior parte da corda.

45 – A letra mágica
Idade: de 10 a 12 anos
Número de participantes: de 4 a 8
Todos os participantes escolhem uma letra do alfabeto. Na sua vez, a criança recita uma frase em que todas as palavras comecem pela letra escolhida. Quem se enganar, ou não falar nada, é eliminado. A frase mais engraçada ou inteligente marca um ponto. O vencedor é quem obtiver mais pontos.

46 – Corrida de três pernas
Idade: de 8 a 12 anos
Número de participantes: de 12 a 40
As crianças devem se dividir em dois times, e dentro dos times em pares, em que um amarra sua perna direita à perna esquerda do outro. A um sinal, os primeiros têm que correr, cruzar a linha de chegada, voltar e tocar a próxima dupla, e assim por diante.

47 – Corrida de canguru
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 8
Os jogadores se dividem em duas equipes e formam filas indianas. Dado o sinal da largada, a criança do início da fila coloca uma bola entre os joelhos e avança aos saltos até a linha de chegada; depois retorna e entrega a bola ao participante seguinte. O time vencedor será aquele em que todos os jogadores completarem o percurso primeiro.

48 – Tudo o que o seu mestre mandar…
Idade: de 6 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 2
Um participante deve ser nomeado o mestre, que fica em frente aos demais, e ordena que imitem os seus gestos, dizendo: “O mestre mandou…”. Porém, as crianças só devem imitar se o mestre disser essa frase antes de indicar o gesto. O jogador que imitar sem ouvir “o mestre mandou”, é eliminado.

49 – Costas com costas
Idade: de 7 a 10 anos
Número de participantes: a partir de 9
Uma das crianças é escolhida como perseguidor. As demais devem se dividir em duplas, e ficar um de costas para o outro e com os braços enganchados. A um sinal do perseguidor, todas as duplas se desfazem e devem procurar novos parceiros. O jogador que sobrar é o novo perseguidor.

50 – Caçada ao tesouro
Idade: a partir de 6 anos
Número de participantes: a partir de 2
Deixe uma prenda escondida em algum lugar do ambiente. Em locais diferentes, coloque papéis que contenham as pistas que levarão ao tesouro. A primeira deve levar os participantes à segunda e assim sucessivamente até chegar na última, que será o prêmio. Esse jogo pode ser individual ou em equipe.

Os riscos de uma gravidez com DIU

Os riscos de uma gravidez com DIU

As chances de engravidar com DIU  são pequenas. Entre todos os métodos de contracepção, é o que apresenta menor taxa de falha, algo em torno de 0,2% ao ano. Mas ainda assim, muitas mulheres relatam engravidar com DIU. Os riscos e cuidados de uma gravidez com DIU são muitos é sobre eles que falaremos a seguir.

Há várias opções que podem ser utilizadas a fim de evitar uma gravidez. Um dos métodos mais eficazes é o dispositivo intra-uterino ou DIU.

Antes de optar pelo uso do DIU você deve considerar os riscos de engravidar, mesmo fazendo uso do método a algum tempo. As complicações que podem surgir ao engravidar com  DIU não devem ser ignoradas.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Como identificar a gravidez com DIU

Os sintomas de uma gravidez com DIU são semelhantes a qualquer outra gestação e incluem:

  • Náuseas frequentes, especialmente após acordar;
  • Aumento da sensibilidade nas mamas;
  • Surgimento de cólicas e inchaço da barriga;
  • Aumento da vontade para urinar;
  • Cansaço excessivo;
  • Alterações de humor repentinas.

No entanto, o atraso de mesnturação, que é um dos sinais mais clássicos, só acontece nos casos do DIU de cobre, pois no DIU que libera hormônios a mulher não tem a menstruação e, por isso, não existe atraso na menstruação.

Em alguns casos, porém, a mulher que tem um DIU hormonal, como Mirena ou Jaydess, pode ter um corrimento rosado, que pode ser um dos primeiros sinais de gravidez.

Desabafos de uma mãe – Quando descobri que estava grávida

É possível engravidar com DIU

Embora as chances sejam pequenas, ainda assim elas existem. O risco aumenta quando o dispositivo se encontra fora de lugar.

Para diminuir as chances de falha do DIU, o recomendado é que de 30 a 60 dias após sua colocação, seja feito um ultrassom a fim de verificar sua posição. No prazo de 6 meses um novo ultrassom deve ser feito para verificar se o DIU não se moveu de forma a permitir uma gravidez. A partir daí as consultas preventivas são anuais. O DIU de Cobre tem uma vida útil de até 10 anos, já o DIU Hormonal ou DIU Medicado de até 5 anos.

Quem não deve usar DIU

O DIU não é recomendado para mulheres que já tiveram doenças sexualmente transmissíveis com certa frequência, pois o risco de infecção aumenta consideravelmente, e também para mulheres que já apresentaram infecção tubária ( nas trompas).

O DIU de cobre não deve ser colocado por mulheres que utilizem medicação anticoagulante ou que apresentem histórico importante de hemorragia.

Mulheres com miomas devem ser alertadas sobre as chances aumentadas do DIU ser expulso do ambiente uterino.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

Aborto ao engravidar com DIU

O risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito quando você engravida com um DIU, e mesmo depois que você retira o dispositivo, os riscos de que um aborto aconteça continuam altos.  Para começar, as chances de um aborto espontâneo com DIU são elevadas, além de hemorragia e descolamento de placenta. Nascimentos prematuros  também ocorrem com frequência em gestações com DIU. Algumas dessas complicações podem estar relacionadas com infecções uterinas. Infecções uterinas  são mais frequentes em mulheres que utilizam DIU.

Outro risco a ser considerado é a gravidez tubária ou gravidez ectópica. Esta é uma complicação grave. Os resultados da gravidez são geralmente adversos, grande parte das mulheres que engravidam com DIU não apresentam qualquer dificuldade ou problema, mas são riscos importantes que devem ser considerados.

A gravidez ectópica ocorre quando o óvulo fica alojado nas trompas de falópio ao invés de ficar no útero,  e por isso esse tipo de gravidez é também chamada de tubária.

Mulheres que engravidaram com DIU tem um maior risco de ter este tipo de gravidez, que pode inclusive levar à morte

É importante que um médico monitore de perto uma gravidez que ocorreu com DIU, mesmo depois da retirada, para que diminua ao máximo o risco de um aborto.

Seu filho pode ajudar em casa!

Parto prematuro em mulheres que engravidaram com DIU

Existe também o risco de que seu bebê nasça prematuro caso tenha engravidado com DIU, pois existe um maior risco de que a bolsa amniótica se rompa, e o bebê pode vir ao mundo já a partir dos 5 meses de gestação.

Um estudo recente foi realizado entre as mulheres que utilizavam DIU ao engravidar e descobriu-se que 56% dessas mulheres tiveram partos prematuros.  Já 16% dessas mesmas mulheres, sofreram aborto espontâneo após o primeiro trimestre. A incidência de isso acontecer em gestações normais é de apenas 1%.

E os números não param por aí, 5% das gravidezes com  DIU eram ectópicas, o que significa que o bebê foi implantado fora do útero, normalmente nas trompas. O estudo também mostrou que o percentual de abortos apresentou-se menor quando o DIU foi removido imediatamente após a gravidez ser confirmada. Assim, se você descobrir que está grávida, apesar de ter um DIU, o ideal é consultar seu médico o quanto antes para avaliar se é possível realizar a retirada do dispositivo.

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Remoção do DIU durante gravidez

Sim, é possível a remoção do DIU assim que você perceber que está grávida, lembrando que os sintomas da gravidez com o dispositivo intrauterino são os mesmos que a gravidez comum.

A remoção do DIU é simples se feita nas primeiras semanas de gestação. Recomenda-se que a retirada seja feita o quanto antes para impedir que o DIU consiga se aderir ainda mais ao útero ou mesmo que se perca dentro do ambiente uterino, impossibilitando assim sua retirada e aumentando as chances de complicações. Quanto mais tempo de gestação , maior é o risco de aborto em decorrência do procedimento de retirada o DIU. O recomendável é que a remoção seja realizada com até 12 semanas de gestação, pois, após isso, o risco de ter um aborto espontâneo aumenta muito.

Consulte um médico para saber se é possível fazer a extração do DIU, pois dependendo do posicionamento dele pode haver dificuldade para remover.

O DIU é, portanto, um excelente método contraceptivo, com quase 100% de eficácia, mas existem casos de gravidez mesmo utilizando ele, então é preciso ter cuidado.

Não deixe de consultar seu médico caso esteja desconfiada de uma possível gravidez, pois ele será a melhor pessoa para te orientar neste momento.

Fonte: maeaflordapele.com, gestacaobebe.com.br, tuasaude.com

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

Eu fui uma pessoa muito abençoada, pois tive duas avós e um avô por toda a minha infância, tive amor, carinho e muitos cuidados . Meus avos maternos já faleceram, mas muito contribuíram.

Ter avós é uma benção e uma dádiva muito grande, acredito que o benefício seja mútuo e recíproco. Avós que cuidam dos netos tem uma vida mais saudável e netos que cuidam dos seus avós também se tornam pessoas melhores. Aprendem a amar, cuidar, dividir, ouvir, entender e compreender. Normalmente avós que cuidam também recebem cuidados. Mas vamos combinar, é gratificante cuidar de quem amamos, não estou dizendo que é fácil, mas amor gera amor. É cíclico!

Seu filho pode ajudar em casa! Veja como isso é possível.

Agora a minha avó paterna, esta bateu o record. Ajudou a cuidar de todos os netos que ela teve, cuidou de bisnetos e ainda está aí pra contar história. Com tanta disposição e energia que comemorou o aniversário de 76 anos com um noivado! E já está indo para o seu 7º casamento. De acordo com pesquisas recentes isso pode estar contribuindo para aumentar a expectativa de vida.

Esta é a minha avó, ao lado dos netos, em seu sexto casamento!

Segue uma matéria da SuperInteressante que descreve o estudo realizado.

Participar da vida dos netos leva a um risco de mortalidade 37% menor – e mesmo quem não tem filhos pode viver um pouco mais cuidando dos outros

Os pesquisadores analisaram a vida de 500 pessoas, entre 70 e 103 anos de idade, que foram acompanhadas pelo Estudo de Envelhecimento de Berlin ao longe de 19 anos.A pesquisa analisou, em primeiro lugar, qual era a diferença na taxa de mortalidade entre os avós que ajudavam a cuidar dos netos, participando da educação deles, e dos avós que não tinham netos ou não conviviam com eles.(O estudo não considerou avós que têm a custódia das crianças e são os principais responsáveis por elas – a ideia era focar na figura dos avós como figuras de suporte das pais das crianças.)Os resultados mostraram que conviver com netos e cuidar deles reduzia em 37% o risco de mortalidade. Metade do grupo dos avós presentes viveu por dez anos depois do início da pesquisa. No grupo oposto, 50% deles só chegou a sobreviver mais 5 anos.Entre os idosos que não tinham netos, os cientistas fizeram uma segunda análise. Dessa vez, dividiram os velhinhos entre aqueles que ajudavam os filhos – seja com suporte emocional, seja nas tarefas de casa – e aqueles que não tinham esse hábito (ou não tinham filhos). Novamente, viram uma média de sobrevida 5 anos maior do que entre os idosos que não mantinham esse laço.Mas se a pessoa não tem filhos ou netos, está destinada a morrer mais cedo? Os pesquisadores não acham que é bem assim. Na terceira etapa do estudo, se dedicaram exclusivamente a esse grupo de idosos – e perceberam que muitos deles se propunham a ajudar e apoiar amigos e vizinhos, criando um outro tipo de comunidade.Nesse caso, a sobrevida média foi de sete anos, em contraste com 4 anos entre os idosos que não mantinham essa relação colaborativa com os filhos.Os pesquisadores acreditam que conviver com a família – e ter responsabilidades dentro dela – ajuda os idosos física e psicologicamente, mas a teoria vai muito além disso.Eles também acham que o estudo sustenta uma teoria evolutiva chamada Hipótese da Vovó.

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Essa teoria tenta explicar porque os seres humanos vivem tanto tempo depois da sua fase fértil acabar. Isso não é muito comum na natureza porque, evolutivamente falando, nossa função é a reprodução e a manutenção da espécie.

Os avós que ajudam a cuidar dos filhos mudam esse paradigma: uma mãe menos ocupada com um bebê pode voltar a “curtir” – e se reproduzir – mais rápido e gerando uma prole ainda maior.

A hipótese da vovó dá sentido evolutivo às senhorinhas que tanto amamos e, de quebra, ajuda a explicar porque os seres humanos são monogâmicos.

Por Ana Carolina Leonardi, da Superinteressante

Estes são os meus avós maternos, que nos deram amor e carinho enquanto vida tiveram.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Higiene natural: mães decidem não colocar fraldas nos bebês

Quando comecei a pesquisar sobre a maternidade achei este tópico bem interessante: conhecer os sinais do bebe para saber em que momento ele faz as suas necessidades. E fiquei pensando nos bebes que já passaram pelo meu caminho: em sua grande maioria, a mãe sabe quando o filho está querendo fazer xixi ou coco. É comum ouvir: tá com cara de quem vai fazer coco. Sendo assim, comecei a imaginar o quão desconfortável deve ser fazer coco em uma fralda, aquela coisa saindo e espalhando no seu bumbum, fazer xixi e ficar úmido ou até mesmo molhado, dependendo da qualidade da fralda. É achei bem higiênico este método.

Abaixo tem uma reportagem extraída do site R7 que explica o funcionamento do método.

“A quantidade de fraldas descartáveis que o bebê vai usar é uma das preocupações dos pais na hora do enxoval. Mas, para algumas famílias, esta passa longe de ser uma questão no momento da chegada do novo membro. Adeptas da higiene natural, elas optam por deixar os bebês à vontade e sem a fralda, e levá-los ao banheiro quando necessário.

Pode parecer estranho, mas não se trata de ensinar um recém-nascido a reconhecer e controlar a vontade de fazer xixi e cocô. O sucesso da higiene natural depende inteiramente da percepção e do empenho dos cuidadores do bebê.

Fernanda Paz é consultora do método e o utilizou com a filha, Serena. Para que desse certo, ela aprendeu a observar os sinais de evacuação do bebê.

— Estes sinais são únicos. Cada bebê tem o seu e conforme a família vai praticando o método, eles vão desenvolvendo a própria maneira de se comunicar. Mas é claro que existem os sinais universais, como a velha carinha de cocô e a forcinha.

De acordo com Fernanda, a questão é simples, pois o bebê dá mesmo esses indícios de que quer fazer algo. Ao perceber que ele está prestes a fazer xixi ou cocô, os cuidadores devem segurá-lo no colo e posicionar sobre o vaso sanitário, penico ou qualquer recipiente apropriado. Em seguida, basta limpar a criança e vesti-la novamente.

A consultora afirma que o assunto ainda é tabu entre muita gente, mas que cada vez mais famílias adotam o método.

— As vantagens são, além da economia para os pais, que passam a gastar muito menos com fraldas, mais bem estar para o bebê, que não é obrigado a evacuar em si mesmo, nem a ficar em contato com as próprias fezes e urina. Isso evita assaduras, dermatites, alergias e fungos.

Fernanda ressalta também a responsabilidade ambiental dos pais, já que a fralda descartável leva pelo menos quatro séculos para se decompor na natureza, enquanto a de pano gasta muitos litros de água para ficar limpa. Além disso, a consultora afirma que o método ajuda a regular o intestino do bebê.

A empresária Ana Paula Delgado adotou a higiene natural com a filha, Cristal, pouco depois do nascimento dela. Quando Cristal era recém-nascida, a mãe não sentiu segurança para colocá-la próxima ao vaso sanitário para fazer as necessidades por ser ainda muito pequena, mas quando a bebê tinha aproximadamente três meses, Ana Paula começou a tentar.

— Eu coloquei esse objetivo para mim como algo muito natural, achava que não poderia ser um motivo de preocupação ou de estresse, tinha que ser legal. E eu simplesmente me permiti. Então o processo de adaptação foi normal, foi natural, eu não forçava situações, eu sentia os meus limites.

Ela evitou começar a higiene natural no inverno para não deixar a filha sem calça no frio, e não tirou as fraldas da bebê de uma hora para a outra. O processo aconteceu de maneira gradativa, e quando Ana sentia que havia o risco de perder os sinais de xixi e cocô da filha, como em um passeio na rua ou recebendo visitas em casa, colocava fralda de pano. Nos momentos em que estava muito cansada ou cheia de preocupações, também preferia deixar Cristal de fralda a ter mais esse assunto para cuidar.”

Por: Nathalia Ilovatte, do R7

 Entenda o método

Para que possamos entender melhor as vantagens e limitações da prática, vamos fazer algumas considerações a respeito dessa abordagem.

O mais importante é aprender a observar o bebê, pelo menos meia hora por dia, deixando-o sem roupa, deitado sobre uma toalha, enquanto tenta captar sinais que ele pode transmitir antes de fazer xixi ou coco. Esses sinais podem ser: mudar de estar calmo a agitado (quando nos braços), ficar quieto e com olhar fixo ou soltar pum (quando quer fazer cocô), fazer uma careta, respirar mais fundo ou bocejar, estremecer, se contorcer, empurrar com as pernas, espernear.

Após essa fase que é só de observação, a qualquer momento que você identificar uma eliminação, faça um “som chave” (psssss, shhhhh, brrrr) ou diga xixi, para que, com o tempo, ele associe o som ao ato e que consiga relaxar quando for levado ao penico.

Uma forma para ter sucesso é aproveitar logo que o bebê acordar, tirar as fraldas dele e colocá-lo no pinico ou no balde (equipamentos recomendados), fazendo o “som chave”. Ou então, logo após a mamada, retirar a fralda e segurar o bebê sobre o pinico ou balde para uma evacuação.

E ai? O que vocês acharam do método? Usam ou pensam em usar nos bebes de vocês? Aqui tem um troninho lindo para os pequenos

 

Seu filho pode ajudar em casa!

A Tabela Montessori: tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Por soescola

Nesta postagem trago para vocês a Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade.

Avós que ajudam a cuidar dos netos vivem mais.

A seguir, deixamos 15 dos princípios enunciados por Maria Montessori.

  1. Lembre-se sempre de que a criança aprende com o que está ao seu redor. Seja seu melhor modelo.
  2. Se você critica muito o seu filho, a primeira coisa que ele aprende é julgar.
  3. Por outro lado, se você o elogia regularmente, ele vai aprender a valorizar.
  4. O que acontece se você mostrar a sua hostilidade à uma criança? Ela vai aprender a brigar.
  5. Se for ridicularizada com frequência, a criança se tornará uma pessoa tímida.
  6. Ajude seu filho a crescer se sentindo seguro em todos os momentos, e ele aprenderá a confiar.
  7. Se você menospreza o seu filho frequentemente, um sentimento muito negativo de culpa irá se desenvolver nele.
  8. Faça seu filho ver que as ideias e opiniões dele são sempre aceitas, assim, ele se sentirá bem consigo mesmo.
  9. Se a criança vive em uma atmosfera onde se sente cuidada, integrada, amada e necessária, aprenderá a encontrar o amor no mundo.
  10. Não fale mal de seu filho nem quando ele está perto e nem quando está longe.
  11. Concentre-se no fato de que seu filho está crescendo e se desenvolvendo da melhor forma possível. Valorize sempre o lado bom da criança, para que nunca haja espaço para o mal.
  12. Sempre ouça ao seu filho e responda quando ele se aproximar de você com uma pergunta ou um comentário.
  13. Respeite seu filho, mesmo que ele tenha cometido um erro. Apoie-o e corrija-o, agora ou talvez um pouco mais tarde.
  14. Você deve estar disposto a ajudar seu filho se ele estiver a procura de algo, mas também deve estar disposto a deixá-lo encontrar as coisas sozinho.
  15. Quando falar com o seu filho, faça-o sempre da melhor maneira. Ofereça a ele o melhor que há em você.

A Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Todos nós queremos que os nossos filhos se tornem adultos responsáveis e educados. No entanto, a maioria dos pais passa o dia a limpar a bagunça de suas crianças. Se elas não forem ensinadas desde muito cedo a ajudar nas tarefas, dificilmente o farão quando crescerem.

Ainda hoje muitos pais seguem as ideias de Maria Montessori  para educar com sucesso as crianças usando a lógica, o bom senso e a calma. Assim, os filhos conseguem desenvolver uma personalidade harmoniosa e equilibrada.

Para conseguir isso, a escola Montessori criou uma tabela de tarefas de acordo com a idade de cada criança.

A maioria são afazeres domésticos. O cumprimento destas tarefas irá ajudar os mais pequenos a desenvolver o seu pragmatismo, habilidades motoras e experiência sensorial, fazendo-os sentir úteis e importantes:

A Tabela Montessori: descubra quais as tarefas que seu filho pode fazer sozinho e em que idade

Esta tabela foi retirada do Blog da Diirce

Como sempre acontece na educação, existem partidários fiéis e detratores da pedagogia de Maria Montessori. Muitos afirmam que a educação, como está estruturada hoje, não vê como viável a metodologia da famosa educadora italiana do século XIX e início do século XX. Para ela, a escola não é apenas um espaço para um professor transmitir conhecimentos de forma direta. Maria Montessori argumentou que a criança irá desenvolver suas próprias habilidades, de uma forma mais livre, a partir de materiais de ensino especializados.

As salas de aula teriam alunos de diferentes idades, onde as próprias crianças seriam livres para escolher o material com o qual querem trabalhar e expandir suas habilidades de forma mais independente. Eles próprios definiriam seus ritmos de aprendizagem de acordo com suas particularidades, envolvidos sempre em um contexto menos rígido, onde as lousas não seriam tão importantes e as crianças teriam a liberdade de movimento na sala de aula.

A perspectiva pedagógica de Maria Montessori teve um impacto global e renovou muitos métodos educativos realizados até então, a ponto de “chocar” os setores do ensino clássicos e mais conservadores.

Prevenindo a Gravidez com DIU Mirena

Hoje, este método que enfatiza, acima de tudo, a liberdade de aprendizagem e a responsabilidade do próprio aluno no processo de aquisição de novos conteúdos, não é apreciado na maioria das instituições. Podemos encontrar este método em algumas escolas particulares onde são trabalhadas muitas dessas estratégias interessantes, mas a pedagogia de Montessori não é o pilar da nossa educação atual (pelo menos não no Brasil).

Agora, neste ponto, você pode se perguntar: Onde foi parar o papel das mães e dos pais na educação dos filhos? Era importante? Era e continua sendo vital. O apoio, a orientação e o cuidado dos pais são fundamentais para educar crianças felizes, adultos independentes e boas pessoas no futuro.

“QUANDO UMA CRIANÇA SE SENTE CONFIANTE, ELA DEIXA DE BUSCAR A APROVAÇÃO DOS ADULTOS A CADA PASSO”. MARIA MONTESSORI

Fonte: soescola.com

Ajustando o peso, benefícios da caminhada

Depois de ter decidido ser mãe, leia aqui, e ter inserido o método contraceptivo que mais se adaptou ao meu corpo, acompanhe aqui! 

Foi a vez de me preocupar com o meu corpo. Ao mudarmos de cidade, abrimos uma hamburgueria artesanal, o que me rendeu uns 10kg a mais. Eu estava um pouco incomodada com o excesso de peso, mas nada que me incomodasse tanto a ponto de querer mudar. As vezes dava uma controlada na alimentação, mas nada que fizesse uma diferença significativa na balança.

Uma das mudanças que acredito ter feito uma grande diferença foi a prática regular de caminhada ao ar livre. Procuro praticar diariamente, mas como nem sempre é possível, coloquei como meta mínima 3 vezes por semana.

Benefícios da caminhada: A caminhada possui diversos benefícios e varia de acordo com a saúde de cada um, mas dificilmente a caminhada não vai se adaptar a realidade de alguém. Pode ser feita em qualquer idade e em qualquer lugar, seja na rua, no parque, na praia, na academia, no bosque, em qualquer lugar que você se sinta segura. Vou citar algumas das vantagens da caminhada:

  • Redução do inchaço nas pernas e tornozelos;
  • Prevenção da obesidade, reduz colesterol e ajuda a perder peso;
  • Melhora da circulação sanguínea, reduzindo o risco de contrair doenças cardíacas, evita o surgimento de varizes;
  • Fortalecimento de todos os músculos do corpo, melhora resistência cardiorrespiratória;
  • Melhora da postura corporal;
  • Melhora da ansiedade, depressão, estresse e aumenta a sensação de bem estar;
  • Prevenção de complicações como infartos, diabetes e hipertensão;
  • Melhora a qualidade do sono.

A caminhada é um exercício leve que te tira da zona de conforto e do sedentarismo, mas é preciso ter alguns cuidados na hora de praticar o exercício:

  • Evitar os horário entre 10h00 e 15h00, normalmente este horário o sol está muito forte, e pode acabar sendo mais prejudicial do que benéfico;
  • Utilizar roupas leves, calçado confortável, filtro solar, óculos escuros e chapéu ou boné;
  • Beber água, 250ml a cada hora caminhada;
  • Fazer exercícios de alongamento antes e depois da caminhada, para evitar cãimbras e ativar a circulação.

Estes cuidados na caminhada ajudam a prevenir problemas de saúde, como lesões, desidratação, insolação ou queimaduras solares.

Para quem quer um treinamento mais intenso e focado e não gosta de academia, aqui tem um programa que pode te ajudar!

Conheça o método que fará você ficar em forma e emagrecer com saúde no conforto da sua casa.

Corpo D21 é um programa de emagrecimento prático e saudável, elaborado especialmente para quem não tem tempo para treinar. No curso online, as alunas têm acesso ao conteúdo das aulas e às dicas desenvolvidas pela fisioterapeuta Olívia Andriolo com o apoio de uma equipe multidisciplinar composta por educadores físicos e nutricionistas. Com esse método, você irá definir seu corpo, recuperar a autoestima e melhorar a sua qualidade de vida

Quando tentamos algo sozinha e não conseguimos ver resultados, percebemos que é hora de procurar ajuda! Eu nunca fui fã de academia, já tentei frequentar algumas vezes, mas nunca fui por mais que 2 meses seguidos. Fiz algumas aulas de zumba, bicicleta, treinamento funcional, jump, mas nada que tenha realmente me prendido de forma prazerosa. Com este programa, você pode fazer os seus exercícios e atividades em casa, pode ajustar o seu horário e a sua rotina.